Trilhas da Cena

Renato Mangolin

Menino Mandela

Zoe, neta de Nelson Mandela, precisa fazer um trabalho de escola sobre seu avô e contar como foi sua infância na aldeia sul-africana Qunu. Conversando com o avô e revolvendo suas memórias, Zoe é transportada através de uma “fenda no espaço-tempo” para 1926, onde ela encontra o menino Rolihlahla, que se desdobra para aproveitar ao máximo a vida entre brincadeiras, obrigações e o aprendizado com os anciões de sua tribo. Quando Rolihlahla começa a frequentar a escola, recebe de sua professora um novo nome, Nelson. Às voltas com um mundo repleto de hábitos e saberes novos, o menino vai enfrentar a perda precoce do pai e a despedida da mãe, que precisa entregá-lo aos cuidados de seu tutor, o Rei Jongintaba.

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Quatro atores, homens e mulheres, em trajes de época ornamentados, marrom-dourados, atuam no palco contra um fundo escuro. Uma atriz olha para frente, enquanto os outros olham em direções diferentes com expressões dramáticas, iluminados suavemente por uma luz quente. Foto: Renato Mangolin

Tempestade

A peça conta a história de um acerto de contas entre Próspera, Duquesa de Milão, e seu irmão Antônio. No passado, a Duquesa foi traída por ele, que, aproveitando-se do momento em que ela dedicava seu tempo aos cuidados da filha Miranda, recém-nascida, engendra um golpe de estado, com o apoio de Alonso, o Rei de Nápoles, lhe roubando o ducado, o que obriga Próspera a fugir com sua filha para evitar um destino cruel.

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Zona Franca

Um grupo de dança, que é mais do que a soma dos seus membros, caminha em um Brasil que renasce das cinzas. Observamos nossas diversas mortes e vidas no decorrer de uma vida, como a cobra deixando para trás a pele morta, e levamos para a cena questionamentos sobre as encruzilhadas. Como se dão as lutas dentro nós, entre as forças que nos compõe? Seria uma nação capaz de escolher caminhar para a destruição?

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Pinóquio

A peça infantil Pinóquio é a primeira opereta da Cia PeQuod Teatro de Animação, em parceria com o músico e arranjador Tim Rescala, comemorando 21 anos da premiada companhia. O espetáculo, voltado a todos os públicos, é uma adaptação fiel à fábula de Carlo Collodi, e conta a história do boneco de madeira que sonha em ser gente, através da linguagem musical, mas com fortes referências ao Circo do século XIX.

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Um boneco com uma roupa listrada é segurado no alto por três artistas, um homem e duas mulheres, em trajes teatrais e maquiagem preta e branca que destaca os ossos do rosto Os trajes deles apesar de diversos, são todos numa paleta de cor preta e branca com listras, assim como a roupa do boneco. Cada artista estende a mão em direção ao boneco contra um fundo escuro com luzes sutis semelhantes a estrelas. Foto: Renato Mangolin

Cabelos Arrepiados

A opereta infantojuvenil Cabelos Arrepiados, de Karen Acioly, com encenação do Buia Teatro de Manaus, conta a história de cinco crianças que não conseguem dormir. Ao mesmo tempo que enfrentam os efeitos da privação de sono e de sonhos, elas refletem sobre temas como amizade, o diálogo com os pais e os perigos do consumismo e da destruição do meio ambiente.

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Três mulheres com expressões variadas estão em fila, parcialmente visíveis no canto direito da imagem, com as mãos levantadas na altura de seus rostos em foco. Elas estão vestidas em tons de vermelho, branco e cinza, em um fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

O tempo não dá tempo

Com texto do humorista e poeta Gregório Duvivier, do escritor Gonçalo M. Tavares e do dramaturgo Oscar Saraiva, o espetáculo O Tempo Não Dá Tempo é uma montagem itinerante com direção de Duda Maia, e reuniu diferentes gerações como a bailarina e coreógrafa Angel Vianna – celebrando 90 anos de vida, Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva.

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Artistas em trajes vermelhos com branco, texturizados, atuam em uma passarela cercados por uma plateia. Uma mulher fica de pé com os braços levantados, e outra deita no chão a sua frente. A cena é iluminada por luzes vermelhas e quentes. Ao fundo se vê vários vestidos suspensos pelos cabides de forma dispersa enquanto na penumbra juntamente com outras figuras. Foto: Renato Mangolin

Ferida Sábia

Ferida Sábia explora o universo feminino a partir de um ponto de vista autobiográfico, tratando dos ritos de passagem da puberdade, da maternidade e da velhice. A performance compõe a trilogia Afinal o que Há por Trás da Coisa Corporal?, iniciada em 2010 pela também coreógrafa AnaVitória, que dirige a montagem.

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Uma mulher mais velha, de camisa vermelha de manga longa e calça preta, está deitada em um palco de madeira com as pernas levantadas ao alto e aos mãos atrás de sua cabeça como um travesseiro. Uma de suas pernas se encontra dobrada com o tornozelo sobre o joelho da perna esticada para cima. Seu corpo está virado para a esquerda da imagem. De costas para a câmera, um pouco mais ao fundo, uma outra mulher, usando um vestido de saia estampada de flores e corpete vermelho, se encontra sentada no chão, com postura ereta, cabelo preso e uma de suas mãos em suas costas. O palco possui uma iluminação quente e dispersa com o fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

Qualquer coisa a gente muda

Qualquer coisa a gente muda é um experimento coreográfico que celebra os 85 anos de Angel Vianna, dos quais 66 dedicados inteiramente a dança. A supressão é o que motiva a encenação. Esses atos de substituição formam uma narrativa construída pelo encontro entre o público e a atenção de Angel Vianna sobre o espaço cênico. Sua sensibilidade, seus gestos e suas intenções. Em justaposição, a bailarina Maria Alice Poppe introduz uma dança que acrescenta volume e expansão a cena e propõe uma organização sequencial Acionada pela memória imediata, um cardápio de possibilidades impulsionado pela atenção à movimentação que é construída passo a passo.

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