Movimentos de Solo
Mostra de solos femininos realizada no Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio de Janeiro.
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O FIAC Bahia nasceu em 2008 e, desde então, realizou 15 edições, se afirmando como um laboratório de inovação em artes cênicas. Sua proposta tem uma cadência que atravessa o próprio fazer artístico; ela evoca outros saberes nas esquinas da cidade e seus espaços, na internet e suas redes, embaralhando categorias e brincando com ambivalências.
O FIAC Bahia é um chamamento para a construção coletiva, compreendendo que relações de coautoria e fortalecimento de vínculos comunitários são ações em fluxo contínuo, num tempo espiralado.
O Núcleo de Estudos Fotografia, Artes de Cena e Cultura tem com o objetivo principal de fomentar a discussão sobre o pensamento e o fazer fotográfico e teatral a partir de cursos online ao vivo, ministrados por importantes profissionais de ambas as áreas.
A ZAP 18 existe desde 2002 no bairro Serrano em Belo Horizonte, na divisa das Regionais Pampulha e Noroeste. Hoje somos reconhecidos como Ponto de Cultura, e essa é a melhor definição para o conjunto de atividades que realizamos em três frentes, que dialogam:
– Somos um espaço cultural aberto para coletivos, grupos, artistas e toda a comunidade, recebendo e oferecendo espetáculos, ensaios, oficinas, mostras, festivais e encontros de reflexão sobre arte, teatro e cultura.
– Somos um espaço de formação livre em artes, que desenvolve há quase 20 anos o Projeto Zap teatro escola & afins, voltado para a vivência pedagógica nas artes da cena, teatro e dança, com foco no trabalho com mulheres maduras, juventudes, artistas/estudantes da área negres
– Somos um coletivo teatral que produz espetáculos e solos a partir das pesquisas: teatro e realidade, teatro épico, teatro documentário e autobiografia em cena. Destacamos as montagens reconhecidas e premiadas: a Menina e o vento, Esta noite Mãe Coragem, 1961-2009, O gol não valeu!, O ano em que virei adulto, Memórias Póstumas de um neguinho e Homem Vazio na Selva da Cidade, entre outras.
Além disso, publicamos, desde 2007, a Revista Cadernos da Zap, sobre os nossos processos criativos em diálogo com a produção acadêmica.
A Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais foi criada no Rio de Janeiro em março de 2008. Idealizada por Daniele Avila Small, editora da revista desde então, a revista veio propor uma abordagem distinta sobre a crítica e sobre o teatro, aproximando-se da cena contemporânea e inspirando outras iniciativas. Ao longo dos anos, a revista desenvolveu projetos como o Encontro Questão de Crítica, o Prêmio Questão de Crítica e o Prêmio Yan Michalski. Com o Complexo Duplo, a Questão de Crítica realiza a Complexo Sul – Plataforma de Intercâmbio Internacional. Em 2023, por ocasião da comemoração dos 15 anos e pelas atividades realizadas durante a pandemia, a revista foi indicada ao Prêmio Shell.
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Denise Stutz iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte. Em 1975, fundou o Grupo Corpo ao lado de outros 10 bailarinos. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Também foi professora do curso técnico da Escola Angel Vianna.
Dembwa é uma travessia dançada por Marcos Ferreira e Ruan Wills que entrelaça corpo e memória para reativar saberes ancestrais. A obra entende a ginga como tecnologia: um gesto que desvia, cria e resiste. Entre o samba de caboclo e o funk, o espetáculo revisita raízes que pulsam em memória. Dembwa convida o público a reconhecer, na dança, a continuidade de uma herança viva que se projeta no presente como futuro.
Fotografia de cena Criador e coordenador do Trilhas da Cena Guto Muniz Minas Gerais / Rio de Janeiro Guto Muniz, fotógrafo desde 1987, dedica sua carreira às artes cênicas e à cultura. Mineiro de nascimento (e de alma), atualmente reside no Rio de Janeiro. Ao longo de sua trajetória, registrou cerca de 2.000 apresentações
Atriz, performer, autora, diretora, produtora, pesquisadora, curadora. Mestre em Artes da Cena/UFRJ com pesquisa performativa com a Constituição Brasileira.
Elenize Dezgeniski é fotógrafa de cena, multiartista e psicanalista. Desenvolve trabalhos em fotografia, vídeo, instalações, práticas curatoriais e publicações. É colaboradora em processos criativos de teatro e dança desde 1998. Atualmente, investiga as relações entre imagem, palavra, memória e narrativa, articulando artes visuais e psicanálise.
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