Trilhas da Cena

Região Nordeste

A Panacéia

A Panacéia (Panacéia Theatre Collective) is a theatre collective founded in 2008 in Salvador that brings together women and creates repertoire engaged with feminist proposals. With a focus on original dramaturgy and research on historical women, it operates locally, nationally, and internationally through performances, formative workshops, and collaborative networks of Latin American artists.

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A Panacéia

A Panacéia é um coletivo de teatro fundado em 2008, em Salvador, que congrega mulheres e cria repertório engajado com propostas feministas. Com foco em dramaturgia autoral e pesquisa sobre mulheres históricas, atua local, nacional e internacionalmente através de espetáculos, oficinas formativas e redes colaborativas de artistas latinoamericanos.

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Cia Única de Teatro

A Cia. ÚNICA de Teatro foi idealizada em 2018 por Júnior Dias e Júlia Lorrana, período em que o grupo iniciou seus trabalhos de pesquisa, construção e montagem. Em dezembro de 2019, estreou com a esquete Joca e os Brinquedos e, desde então, continuou suas atividades. Em 2021, a Cia. ÚNICA lançou seu novo espetáculo, A Aventura de Joca, de forma virtual em seu canal no YouTube, juntamente com a série documental Por Trás das Cortinas, que mostrou o processo de montagem e alcançou mais de 1.000 pessoas de todos os públicos.

Em 2024, a Companhia estreou seu mais recente espetáculo, Akoko Lati Wa Ni – Tempo de Ser, que foi montado por meio de laboratórios colaborativos voltados para atuantes e fazedores de arte, em parceria com o TPC – Teatro Preto de Candomblé e o Oyá L’ade Inan Ponto de Cultura.

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FIAC Bahia

O FIAC Bahia nasceu em 2008 e, desde então, realizou 15 edições, se afirmando como um laboratório de inovação em artes cênicas. Sua proposta tem uma cadência que atravessa o próprio fazer artístico; ela evoca outros saberes nas esquinas da cidade e seus espaços, na internet e suas redes, embaralhando categorias e brincando com ambivalências.

O FIAC Bahia é um chamamento para a construção coletiva, compreendendo que relações de coautoria e fortalecimento de vínculos comunitários são ações em fluxo contínuo, num tempo espiralado.

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Luzir é negro

“Luzir é Negro” é um espetáculo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo, dirigido por Rodrigo Dourado e produzido pelo Teatro de Fronteira. A peça investiga o racismo através das memórias de um homem negro, gay, candomblecista e periférico, entrelaçando sua trajetória pessoal, teatral e espiritual com textos teatrais e debates sobre questões raciais contemporâneas. A dramaturgia transita entre passado e presente, público e privado, ficção e realidade, explorando a encruzilhada entre luz e escuridão.

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12 pessoas com raiva

12 Pessoas com Raiva simula um júri que é convocado a se apresentar online, por contra da pandemia do COVID-19, e deve chegar a um veredito unânime sobre um assassinato envolvendo pai e filho. Tal situação poderia ser resolvida rapidamente, não fosse a presença de uma mulher que, não estando totalmente convencida sobre a culpa do garoto, vota por inocente. A partir daí, acompanhamos de perto conflitos e arquétipos típicos da atual sociedade brasileira.

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Dembwa

Dembwa é uma travessia dançada por Marcos Ferreira e Ruan Wills que entrelaça corpo e memória para reativar saberes ancestrais. A obra entende a ginga como tecnologia: um gesto que desvia, cria e resiste. Entre o samba de caboclo e o funk, o espetáculo revisita raízes que pulsam em memória. Dembwa convida o público a reconhecer, na dança, a continuidade de uma herança viva que se projeta no presente como futuro.

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Ana e Tadeu

Ana e Tadeu tinham 15 anos de casamento, mais um filho, o menino Jorge. A violência urbana desencadeou uma sucessão de acontecimentos que mudaram irreversivelmente a vida e a subjetividade dessas personagens. Com o casamento arruinado, Tadeu volta para pegar suas coisas e levar sua mudança. Contudo, encontra a casa cercada por um tiroteio. Confinados, Ana e Tadeu aparam as últimas arestas de uma relação cercada por afeto, dor e pela própria violência que os atravessa e os limita.

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Candomblé da Barroquinha

Em uma celebração à ancestralidade e à força do candomblé Ketu, O Candomblé da Barroquinha convida o público a adentrar um terreiro de candomblé e viajar pelos tempos. A peça conta a história de Marcelina, uma jovem abian que cresceu acompanhando sua mãe nas festas da roça que fazem parte de sua vida. Agora, Marcelina vive um dia de descobertas transformadoras, compreendendo seu papel dentro da comunidade e na salvaguarda cultural e espiritual de seu povo.

Enquanto nos transporta para o cotidiano do fictício Terreiro da Barroquinha, com suas atividades simples e sagradas – como cozinhar, cuidar da terra e saudar os mais velhos –, o espetáculo também nos leva por uma jornada histórica, explorando o chão simbólico onde o candomblé floresceu na Bahia.

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Zumbi está vivo e continua lutando

Zumbi está vivo e continua lutando é a terceira versão da peça teatral Zumbi, criada em 1995 por Marcio Meirelles, Aninha Franco e o Bando de Teatro Olodum. Uma segunda versão foi criada logo na sequência e apresentada em Londres, na Inglaterra. Ainda em 1995, com o retorno de Marcio Meirelles para o Brasil, foi realizada a terceira versão: Zumbi está vivo e continua lutando. O projeto faz parte das homenagens organizadas em torno dos 300 anos da morte do líder negro Zumbi, um dos principais organizadores do Quilombo de Palmares. A peça resgata o contexto histórico de Palmares e contribui para ampliar o processo de discussão sobre o negro na sociedade atual, ainda, em sua maioria, marginalizado e vivendo em situação de pobreza.

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