PRISMA - eu sou assim
De: Marcelo Romagnoli
PRISMA – eu sou assim é uma aventura que se passa dentro e fora da cabeça de uma menina autista. Idealizada pela atriz Tertulina Alves, da Cia Terralina, e dirigida por Cris Lozano, a peça faz sua temporada de estreia em São Paulo no Sesc Consolação.
A trama acompanha a trajetória de uma menina, desde o seu nascimento até os primeiros anos do período escolar. A convivência com familiares, amigos e professoras é encenada tanto no mundo externo quanto no universo interno da personagem. “O espetáculo busca gerar encantamento ao mesmo tempo em que explora temas que estão no nosso cotidiano: a diversidade e o pertencimento. Construímos uma história divertida para toda a família”, conta o autor Marcelo Romagnoli.
A atriz e idealizadora do projeto, Tertulina, lembra que uma das frases que a provocou no texto é: “quando um acolhe o outro, o mundo se ajusta, cada vez menos avesso, cada vez menos estranho”. “Nossa ideia foi escutar formas singulares de ser e estar no mundo. Precisamos ampliar a escuta, estar atentos e acolher todas as pessoas”, reflete Tertulina.
A diretora Cris Lozano acredita que a peça é um convite para o público se conectar com o mundo de maneira diferente, sensível. “Marcelo teve a ideia de ambientar a peça no cérebro da personagem autista. Assim, o público pode compreender, de forma sensível, como ela percebe e se relaciona com o mundo ao seu redor”. Nessa viagem divertida pela mente, os três artistas interpretam 12 personagens.
Como a representatividade é um dos pilares da criação artística, parte da equipe criativa é autista: a atriz Amanda, o ilustrador Bruno Urbanavicius e a diretora de movimento Ana Paula Lopez.
A montagem foi pensada para promover a inclusão. O espetáculo oferece recursos sensoriais, como fones abafadores de ruído e massinha de modelar.
Serviço
Teatro Anchieta – Sesc Consolação
Informações sobre acessibilidade: o espetáculo oferece recursos sensoriais, como fones abafadores de ruído para redução dos impactos sonoros e massinha de modelar como opção para manipulação sensorial
Ficha artística e técnica
Idealização: Tertulina Alves
Mídias sociais: Flávio Petins
Produção: Corpo Rastreado – Leticia Alves
Responsável pelas informações aqui apresentadas: Márcia Marques
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