Trilhas da Cena

Recomendações da crítica

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Guto Muniz

(Um) Ensaio sobre a cegueira

De: José Saramago (adaptação e direção de Rodrigo Portella)

Direção: Rodrigo Portella

Realização: Grupo Galpão

Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo.

25 de junho a 14 de julho

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Belo Horizonte (MG)

Assinante: Guto Muniz (fotografias)

Recomendado por Valmir Santos (Teatrojornal)

Foto: João Caldas

Minha Estrela Dalva

De: Renato Borghi

Com: Renato Borghi, Soraya Ravenle, Elcio Nogueira Seixas e Ivan Vellame

Direção: Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas

Minha Estrela Dalva não é uma biografia, é um encontro impossível. Em cena, o ator e dramaturgo Renato Borghi invade o camarim de sua musa, Dalva de Oliveira, para realizar um sonho que a vida interrompeu: propor a ela um espetáculo revolucionário onde a “Rainha da Voz” cantaria as canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill. Neste “delírio documentado”, passado e presente se fundem sob a direção artística de Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas — que também sobe ao palco para dar vida ao Renato jovem. Borghi, interpretando a si mesmo, dialoga com uma Dalva no auge de sua glória e vulnerabilidade, vivida pela premiada atriz Soraya Ravenle.

28 de março a 12 de julho de 2026 | Quintas a sábados às 20h — Domingos às 19h

Centro Cultural Fiesp | Teatro do SESI-SP

São Paulo (SP)

Assinante: João Caldas (fotografias)

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Sofia Paciullo

Um pássaro não é uma pedra

Concepção e atuação: Lucas Oradovschi

Direção: Adriana Schneider, Cátia Costa e Mar Mordente

Produção: U Plus Cultural | Daniel Uryon

O espetáculo-solo conta histórias vividas no Teatro de Pedra e no Teatro da Liberdade, experiências de teatro comunitário e resistência cultural no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. A peça é narrada pela perspectiva de uma pedra, um pedaço de escombro de um teatro destruído. Qual o sentido de fazer teatro em tempos de guerra? Uma investigação cênica que, ao abordar a guerra colonial de Israel na Palestina, traz questões sensíveis ao Brasil contemporâneo.

7 a 29 de julho de 2026 | terças e quartas, às 20h

Teatro Poeira

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Adriana Schneider

Agenda dos Assinantes

Veja o que andam fazendo aqueles que constroem conosco esta memória das artes cênicas brasileiras. E se quiser trilhar esse caminho conosco, clique aqui.

Espetáculo de teatro

Foto: Guto Muniz

Eu quero ser uma locomotiva

Com: Neise Neves e Léo Quintão

Direção: Lydia Del Picchia

Realização: Cia Pierrot Lunar

Eu Quero Ser Uma Locomotiva acompanha dois algoritmos pré-históricos do futuro que estão envelhecendo em uma cápsula à deriva – um mausoléu digital orbitando os escombros da memória. Sob direção de Lydia Del Picchia, o espetáculo investiga as memórias e as escolhas de uma geração que viveu a transição do mundo analógico para a era dos algoritmos, refletindo sobre o desejo e a capacidade humana de se reinventar após os 50 anos.

3 a 27 de julho de 2026 - Sextas a segundas-feiras às 20h

CCBB BH

Belo Horizonte (MG)

Assinante: Rizoma Comunicação & Arte e Guto Muniz

Espetáculo de teatro

Foto: Ana Alexandrino

Margaridas

Idealização: Ana Achcar

Texto: Cecília Ripoll

Direção: Natasha Corbelino

Cinco professoras chegam para dar uma aula. Cada uma delas supõe ser a única, concluindo, portanto, que as outras quatro são suas alunas. No dia anterior ao encontro das cinco, todas passaram por uma experiência de violência a partir da relação delas com o pai de um aluno.

9 de julho a 2 de agosto de 2026 - Quintas e sextas às 19h - Sábados e domingos às 17h

Sesc Copacabana

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Cecilia Ripoll (texto) e Natasha Corbelino (direção)

Espetáculo de teatro

Foto: Renato Mangolin

A Intrépida Revoada de Maçarica & Batuíra

Dramaturgia: Maria Joana de Avellar

Direção: Fernanda Avellar

Com: Carol Passarinha, Diana Dantas, Francisco Cortez, Thaís Nascimento

As amigas Maçarica e Batuíra, duas aves migratórias adolescentes, reencontram-se no Carnaval de Pernambuco, em um manguezal, onde vivem uma inesquecível aventura com novos amigos. A Intrépida Revoada de Maçarica & Batuíra une teatro e divulgação científica, abordando o rito de passagem da infância para a idade adulta, com questões sobre identidade, amizade e preservação ambiental.

27 de junho a 19 de julho de 2026 | sábados e domingos às 16h

Teatro Ziembinski

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Renato Mangolin (fotógrafo)

Espetáculo de teatro

Foto: Renato Mangolin

Incondicionais

Com: Dai Ramos, Luciana Lopes, Sirlea Aleixo, Taty Aleixo, Thay Aleixo

Direção e dramaturgia: Ana Teixeira e Stephane Brodt

Realização: Amok Teatro

Em uma penitenciária feminina brasileira, Incondicionais mergulha no universo de mulheres detentas através da escuta de suas próprias vozes. Um retrato sensível e contundente sobre culpa, opressão, memória e cuidado que convida o público a pousar o olhar sobre um mundo invisível: o sistema carcerário, seus desafios de reintegração social e violência estrutural.

25 de junho a 19 de julho de 2026 - Quintas e sextas às 20h - Sábados e domingos às 18h

Teatro Arena do Sesc Copacabana

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Renato Mangolin (fotógrafo)

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Guto Muniz

(Um) Ensaio sobre a cegueira

De: José Saramago (adaptação e direção de Rodrigo Portella)

Direção: Rodrigo Portella

Realização: Grupo Galpão

Uma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo.

25 de junho a 14 de julho

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Belo Horizonte (MG)

Assinante: Guto Muniz (fotografias)

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Sofia Paciullo

Um pássaro não é uma pedra

Concepção e atuação: Lucas Oradovschi

Direção: Adriana Schneider, Cátia Costa e Mar Mordente

Produção: U Plus Cultural | Daniel Uryon

O espetáculo-solo conta histórias vividas no Teatro de Pedra e no Teatro da Liberdade, experiências de teatro comunitário e resistência cultural no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. A peça é narrada pela perspectiva de uma pedra, um pedaço de escombro de um teatro destruído. Qual o sentido de fazer teatro em tempos de guerra? Uma investigação cênica que, ao abordar a guerra colonial de Israel na Palestina, traz questões sensíveis ao Brasil contemporâneo.

7 a 29 de julho de 2026 | terças e quartas, às 20h

Teatro Poeira

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Adriana Schneider

Recomendado por Valmir Santos (Teatrojornal)

Foto: João Caldas

Minha Estrela Dalva

De: Renato Borghi

Com: Renato Borghi, Soraya Ravenle, Elcio Nogueira Seixas e Ivan Vellame

Direção: Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas

Minha Estrela Dalva não é uma biografia, é um encontro impossível. Em cena, o ator e dramaturgo Renato Borghi invade o camarim de sua musa, Dalva de Oliveira, para realizar um sonho que a vida interrompeu: propor a ela um espetáculo revolucionário onde a “Rainha da Voz” cantaria as canções de Bertolt Brecht e Kurt Weill. Neste “delírio documentado”, passado e presente se fundem sob a direção artística de Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas — que também sobe ao palco para dar vida ao Renato jovem. Borghi, interpretando a si mesmo, dialoga com uma Dalva no auge de sua glória e vulnerabilidade, vivida pela premiada atriz Soraya Ravenle.

28 de março a 12 de julho de 2026 | Quintas a sábados às 20h — Domingos às 19h

Centro Cultural Fiesp | Teatro do SESI-SP

São Paulo (SP)

Assinante: João Caldas (fotografias)

Espetáculo de teatro

Foto: Mauro Khouri

Autobiografia Autorizada

De: Paulo Betti

Direção: Juliana Betti e Rafael Ponzis

Autobiografia Autorizada é uma obra autobiográfica criada por Paulo Betti, baseada em textos escritos durante sua adolescência e artigos semanais que ele escreveu por quase trinta anos para o jornal de sua cidade natal. Na peça, Betti representa vários personagens de sua vida, incluindo seu pai, mãe e avó, proporcionando ao público uma experiência divertida e emocionante.

19 de junho a 10 de julho

Diversos locais

Diversas cidade de SP, MG, GO e DF

Assinante: Marrom Glacê Comunicação

Mais espetáculos pelo Brasil