Trilhas da Cena

Recomendações da crítica

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Sofia Paciullo

Um pássaro não é uma pedra

Concepção e atuação: Lucas Oradovschi

Direção: Adriana Schneider, Cátia Costa e Mar Mordente

Produção: U Plus Cultural | Daniel Uryon

O espetáculo-solo conta histórias vividas no Teatro de Pedra e no Teatro da Liberdade, experiências de teatro comunitário e resistência cultural no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. A peça é narrada pela perspectiva de uma pedra, um pedaço de escombro de um teatro destruído. Qual o sentido de fazer teatro em tempos de guerra? Uma investigação cênica que, ao abordar a guerra colonial de Israel na Palestina, traz questões sensíveis ao Brasil contemporâneo.

7 a 29 de julho de 2026 | terças e quartas, às 20h

Teatro Poeira

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Adriana Schneider

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Ana Alexandrino

Margaridas

Idealização: Ana Achcar

Texto: Cecília Ripoll

Direção: Natasha Corbelino

Cinco professoras chegam para dar uma aula. Cada uma delas supõe ser a única, concluindo, portanto, que as outras quatro são suas alunas. No dia anterior ao encontro das cinco, todas passaram por uma experiência de violência a partir da relação delas com o pai de um aluno.

9 de julho a 2 de agosto de 2026 - Quintas e sextas às 19h - Sábados e domingos às 17h

Sesc Copacabana

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Cecilia Ripoll (texto) e Natasha Corbelino (direção)

Agenda dos Assinantes

Veja o que andam fazendo aqueles que constroem conosco esta memória das artes cênicas brasileiras. E se quiser trilhar esse caminho conosco, clique aqui.

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Ana Alexandrino

Margaridas

Idealização: Ana Achcar

Texto: Cecília Ripoll

Direção: Natasha Corbelino

Cinco professoras chegam para dar uma aula. Cada uma delas supõe ser a única, concluindo, portanto, que as outras quatro são suas alunas. No dia anterior ao encontro das cinco, todas passaram por uma experiência de violência a partir da relação delas com o pai de um aluno.

9 de julho a 2 de agosto de 2026 - Quintas e sextas às 19h - Sábados e domingos às 17h

Sesc Copacabana

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Cecilia Ripoll (texto) e Natasha Corbelino (direção)

Espetáculo de teatro

Foto: Guto Muniz

Eu quero ser uma locomotiva

Com: Neise Neves e Léo Quintão

Direção: Lydia Del Picchia

Realização: Cia Pierrot Lunar

Eu Quero Ser Uma Locomotiva acompanha dois algoritmos pré-históricos do futuro que estão envelhecendo em uma cápsula à deriva – um mausoléu digital orbitando os escombros da memória. Sob direção de Lydia Del Picchia, o espetáculo investiga as memórias e as escolhas de uma geração que viveu a transição do mundo analógico para a era dos algoritmos, refletindo sobre o desejo e a capacidade humana de se reinventar após os 50 anos.

3 a 27 de julho de 2026 - Sextas a segundas-feiras às 20h

CCBB BH

Belo Horizonte (MG)

Assinante: Rizoma Comunicação & Arte e Guto Muniz

Espetáculo de teatro

Foto: Pedro Martins

Gente de Classe

De: Henrique Fontes, Pablo Capistrano e Quitéria Kelly

Com: Rafa Guedes, Thuyza Fagundes, Carol Cantídio e Quitéria Kelly

Direção: Quitéria Kelly

Em 2040, um condomínio de luxo deixou de ser apenas o lar de uma família de classe média, para se tornar um retrato das tensões sociais e contemporâneas. Gente de Classe é uma sátira que projeta um Brasil que parece futuro, mas fala diretamente do presente, apostando no humor ácido para confrontar gênero, classe e fé em um país à beira de novas rupturas.

23 de julho a 23 de agosto de 2026 - Quintas e sextas-feiras às 19h; sábados e domingos às 17h

Firjan Sesi Centro

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Marrom Glacê Comunicação

Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)

Foto: Sofia Paciullo

Um pássaro não é uma pedra

Concepção e atuação: Lucas Oradovschi

Direção: Adriana Schneider, Cátia Costa e Mar Mordente

Produção: U Plus Cultural | Daniel Uryon

O espetáculo-solo conta histórias vividas no Teatro de Pedra e no Teatro da Liberdade, experiências de teatro comunitário e resistência cultural no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. A peça é narrada pela perspectiva de uma pedra, um pedaço de escombro de um teatro destruído. Qual o sentido de fazer teatro em tempos de guerra? Uma investigação cênica que, ao abordar a guerra colonial de Israel na Palestina, traz questões sensíveis ao Brasil contemporâneo.

7 a 29 de julho de 2026 | terças e quartas, às 20h

Teatro Poeira

Rio de Janeiro (RJ)

Assinante: Adriana Schneider

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