Bailarina, atriz, diretora, coreógrafa e preparadora corporal
Denise Stutz
Rio de Janeiro (Rj)
Atualização em 24/09/2026
Denise Stutz iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte. Em 1975, junto com outros dez bailarinos, fundou o Grupo Corpo. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Foi professora do curso técnico da Escola Angel Vianna.
A partir de 2003, começou a desenvolver seu próprio trabalho solo, apresentando-se nas principais capitais do Brasil, na França, na Espanha, na África e na Austrália. Seus três solos foram apontados pela crítica do jornal O Globo como alguns dos dez melhores espetáculos apresentados no Rio de Janeiro em 2004 (DeCor), 2013 (Finita) e 2015 (EntreVer). Seu último trabalho solo, Só, foi apontado pela crítica como um dos destaques do Festival Panorama em 2018.
Bailarina, atriz, diretora, coreógrafa e preparadora corporal
Denise Stutz
Rio de Janeiro (Rj)
Atualização em 24/09/2026
Denise Stutz iniciou seus estudos de dança em Belo Horizonte. Em 1975, junto com outros dez bailarinos, fundou o Grupo Corpo. Trabalhou com Lia Rodrigues como bailarina, professora e assistente de direção. Foi professora do curso técnico da Escola Angel Vianna.
A partir de 2003, começou a desenvolver seu próprio trabalho solo, apresentando-se nas principais capitais do Brasil, na França, na Espanha, na África e na Austrália. Seus três solos foram apontados pela crítica do jornal O Globo como alguns dos dez melhores espetáculos apresentados no Rio de Janeiro em 2004 (DeCor), 2013 (Finita) e 2015 (EntreVer). Seu último trabalho solo, Só, foi apontado pela crítica como um dos destaques do Festival Panorama em 2018.
Trajetória
Fez parte do Coletivo Improviso, dirigido por Enrique Diaz, atuando nas peças Não olhe agora e Otro.
Trabalhou como coreógrafa com o diretor Luiz Fernando Carvalho nas minisséries da TV Globo Hoje é dia de Maria, Capitu e Clarice só para mulheres, e também integrou a equipe de preparação de atores para a novela Velho Chico.
Foi duas vezes selecionada pelo projeto Rumos Itaú Cultural para desenvolver os trabalhos Justo uma imagem (2009) e EntreVer (2014).
Em 2015, ao lado de Dani Lima, Cristian Duarte, Alex Cassal e Marcio Abreu, dirigiu o projeto 6 modelos para jogar para o Itaú Cultural.
Em 2018, dirigiu a peça Sobre o que não sabemos para o Grupo Roda Gigante e atuou na montagem da peça A Mentira, de Nelson Rodrigues, com direção de Inez Viana.
Assinou a direção do espetáculo infantil Máquina do Tempo, com Guilherme Stutz, e da peça Que mundo deixaremos para Keith, com Sérgio Medeiros e Leo Corajo.
Em 2021, estreou a peça Partida ao lado da atriz Inez Viana, com direção de Debora Lamm. Foi protagonista, ao lado de Isabel Kowarick, no filme Nada, do diretor Adriano Guimarães.
Dirigiu e coreografou, em 2022, o espetáculo Remix para o Grupo Movidos, da cidade de Natal. Trabalhou na preparação corporal do elenco da novela Elas por Elas, da TV Globo.
Em 2023, dirigiu as atrizes Eliane Costa e Damiana Inês na peça Desabamentos, com estreia no Sesc Copacabana, e, ao lado do diretor e ator Eduardo Rios, dirigiu a multiartista Zahy Tentehar na peça Azira’i, com estreia e temporada no Centro Cultural Banco do Brasil.
Em 2024, atuou na peça Mariposas Amarillas, com direção de Inez Viana, e assinou a direção do show Dolores, com Soraya Ravenle e Alfredo del Penho. Dirigiu a atriz Geovana Pires em Perigosas Damas, peça em que, junto com Elisa Lucinda e Geovana Pires, assinou também a dramaturgia. Foi indicada ao prêmio APTR pela direção da peça Azira’i.
Em 2025, assinou a direção de movimento dos espetáculos Toda donzela tem um pai que é uma fera, com direção de Debora Lamm, e da peça As pequenas coisas, com direção de Inez Viana. Foi convidada para uma participação no filme comemorativo da TV Globo Fábrica dos Sonhos, com direção de Guel Arraes. Dirigiu o infantil Antes de qualquer coisa, contemplado com o prêmio APTR como melhor espetáculo infantil de 2025 e indicado ao prêmio CEBETIJ como melhor direção.
Em 2026, dirigiu a atriz Fabiana de Mello no monólogo A adorável face de Andronieva Petrosa, com texto de Cecilia Ripoll, e assinou a direção de movimento das peças Manso, de Felipe Hauit, com direção de André Paes Leme, e Inter Alia, com direção de Rodrigo Portela.
Denise - para ver
Entrevistas
18:34
6:44
Cenas e espetáculos
7:08
4:11
4:01
9:27
2:56
3:09
2:29
1:04
3:01
Direção de espetáculos infantis
0:56
3:03
0:53
Denise - em tese e livro
Lilian Vilela, além de artista atuante, é uma pesquisadora experiente, curiosa e inquieta. Possui várias publicações decorrentes de suas investigações. Seu projeto inicial de doutorado previa o estudo de alguns coletivos de dança, como são denominados os grupos de dança que não se configuraram necessariamente como corpos estáveis e cujo foco de trabalho é a criação conjunta. Ao ir a campo buscando analisar as práticas desses coletivos de/em dança, outras questões foram se incorporando a sua ideia original e culminaram na redefinição de sua proposta de pesquisa. Lilian acabou por voltar a suas raízes mineiras. Revisitou sua origem na dança e definiu como sujeito de pesquisa a artista da dança Denise Stutz.
EDITORA: ANNABLUME
isbn : 9788539104963
idioma : Português
encadernação : Brochura
formato : 16 x 23
ano de edição : 2014
edição : 1ª
Espetáculos de Denise Stutz no Trilhas da Cena
DeCor (2005)
A artista Denise Stutz inscreve em seu corpo a questão da memória e as relações da sua identidade na dança, na cena e no movimento. Assim, se permite brincar com o espaço e o tempo, fazendo dessa dança um jogo de imaginação. Em alguns momentos, ela transforma o espectador em parceiro e o convida a ter um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.
https://trilhasdacena.com.br/decor/
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