Trilhas da Cena

Dramaturga, diretora, atriz e professora

Cecilia Ripoll

Rio de Janeiro (RJ)

Atualizada em 02/02/2026

Cecilia Ripoll é dramaturga, diretora, atriz e professora. Formou-se em Licenciatura em Artes Cênicas pela UNI-RIO.

 

De 2016 para cá se intensificou na atividade como autora, escrevendo diversos textos para teatro, dentre adultos e infantis, dentre os de idealização própria e também a convite de coletivos parceiros.

 

Foi indicada ao Prêmio Shell RJ 2023 pelo texto PANÇA (Dir. Cecilia Ripoll / Codireção Amanda Piava) e ao Shell RJ 2018 pelo texto ROSE (Dir. Vinicius Arneiro).

Dramaturga, diretora, atriz e professora

Cecilia Ripoll

Rio de Janeiro (RJ)

Página atualizada em 02/02/2026

Foto: Renato Mangolin

Cecilia Ripoll é dramaturga, diretora, atriz e professora. Formou-se em Licenciatura em Artes Cênicas pela UNI-RIO.

 

De 2016 para cá se intensificou na atividade como autora, escrevendo diversos textos para teatro, dentre adultos e infantis, dentre os de idealização própria e também a convite de coletivos parceiros.

 

Foi indicada ao Prêmio Shell RJ 2023 pelo texto PANÇA (Dir. Cecilia Ripoll / Codireção Amanda Piava) e ao Shell RJ 2018 pelo texto ROSE (Dir. Vinicius Arneiro).

Espetáculos e outras atividades

Em 2024 estreou o solo “Fantasiosa Exposição da Palavra” (Dir. Juliana França e Cecilia Ripoll), no qual está em cena, usando de suas próprias palavras para refletir e problematizar a noção de uso e propriedade da palavra.

2023 marcou o ano de sua estreia internacional como dramaturga, quando seu texto ROSE ganhou nova encenação na Cidade do México; “Rosy”, traduzida e dirigida por Alejandro Velis.

 

Além dos indicados ao Prêmio Shell, dentre outros textos autorais recentes estão: “Peixe Vermelho” (Dir. Fabianna de Melo e Souza, 2024); “Constituição, o ovo ou a galinha? ” (Dir. Juliana França / Idealização Natasha Corbelino, 2024); “FEIO” (Dir. Helena Marques, 2023); “Memórias de uma Manicure” (Dir. René Guerra, 2023); “Ópera na Brasa” (Dir. Cecilia Ripoll / Grupo Gestopatas, 2023).

 

Ministra com frequência cursos de dramaturgia, já foi professora na ESAD (Escola Sesc de Artes Dramáticas) além de ter dado cursos no Sesc Copacabana, Teatro Sergio Porto, Ateliê Alexandre Mello, entre outros.

 

É uma das fundadoras do Grupo Gestopatas, criado em 2013 e atualmente atuante.

Como nos livros (2025)

Dramaturgia

Com texto de Cecília Ripoll, direção de André Paes Leme e realização do Bando de Palhaços, em Como nos livros cinco traças vivem confinadas em um abafado apartamento em Copacabana. Cada uma mora em um livro — O Cortiço, O Capital, o Código Penal e até um cartão postal antigo —, mas a harmonia se rompe quando uma delas quebra uma regra de convivência: devorar o miolo de um livro ainda em uso, justamente o do dono da casa. A partir daí, o caos se instaura: elas têm 24 horas para traçar um plano de salvação antes de serem exterminadas. Entre delírios, citações e planos improváveis, essas criaturas filosóficas tentam escapar do destino enquanto repetem, com ironia, os mesmos padrões humanos que criticam.

 

O espetáculo estreiou no dia 13 de novembro de 2025, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro/RJ.

 

Direção: André Paes Leme

Assistente de Direção: Diogo Nunes

Texto: Cecilia Ripoll

Elenco: Ana Carolina Sauwen, Fabrício Neri, Filipe Codeço, Mariana Fausto, Pablo Aguilar

Direção Musical: Rodrigo Maré

Cenário: Cachalote Mattos

Figurino: Arlete Rua

Visagismo: Mona Magalhães

Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Assessoria de Imprensa: Lyvia Rodrigues | Aquela que divulga

Programação Visual: Ludmila Valente

Mídias Sociais: Manu Calmon | Calmon LAB

Fotógrafo: Roberto Carneiro

Produção Executiva: Ana Flávia Massadas

Direção de Produção: Fernanda Pascoal | Pagu Produções Culturais

Realização: Bando de Palhaços

Felizarda (2025)

Dramaturgia

Com dramaturgia de Cecília Ripoll, Felizarda mergulha nas inquietações sobre a hiperprodutividade sem descanso. Uma pessoa começa a trabalhar em uma empresa cujo produto ela desconhece. Enquanto tenta descobrir o que está vendendo, precisa lidar com neuroses e histerias típicas do nosso tempo. Sintomas psíquicos brotam ao ritmo frenético, compondo um retrato tragicômico da sociedade atual.

 

O espetáculo estreiou no dia 12 de junho de 2025, no Tusp Maria Antônia, em São Paulo (SP).

 

Elenco: Bella Camero, Louise D’Tuani, Sidney Santiago Kuanza, Sol Menezzes / Direção: Beatriz Barros / Idealização: Bella Camero e Louise D’ Tuani / Assistência de Direção: Castilho / Texto: Cecilia Ripoll / Direção de movimento e preparação corporal: Ariel Ribeiro / Cenografia e projeto gráfico: Pedro Levorin / Figurino: Elias Kalleb / Assistente de figurino: Brun Pereira / Luz: Wagner Antônio / Assistência de iluminação: Marina Meyer / Trilha original: Dani Nega / Operação de som: Abismo de Bibi / Fotos: André Nicolau / Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes / Produção: Corpo Rastreado – Gabs Ambròzia

Fantasiosa Exposição da Palavra (2024)

Texto, direção e atuação

Em um mundo dominado pela imagem nos meios de comunicação, estariam as palavras perdendo sua força vital? Ou será que, ao contrário, estariam ficando ainda mais fortes, pois cada vez mais raras? No espetáculo “Fantasiosa Exposição da Palavra”, a atriz e dramaturga Cecilia Ripoll propõe uma reflexão sobre o impacto gerado pela invasão dos símbolos no campo das palavras. Com direção de Juliana França e Cecilia Ripoll, o solo foi criado em parceria com o Grupo Gestopatas. A peça se passa numa fictícia reunião de condomínio das palavras; ali, palavras tomam a palavra para colocar suas queixas, inquietações e fantasias sobre outros mundos possíveis.

Pança (2023)

Texto e direção

Com texto e direção de Cecilia Ripoll e codireção de Amanda Paiva, o trabalho se inspira no surgimento da máquina de imprensa para falar sobre a comunicação humana, a noção de verdade e a manipulação de discursos na sociedade contemporânea. Quais os efeitos que o poder de circular ideias pelo mundo gera na sociedade?

 

PANÇA narra a história de um talentoso e endividado escritor que, de seu pequeno vilarejo, escuta falar sobre a mais nova invenção da capital: a famosa máquina de imprensa! Com desejo de ampliar a venda de seu romance (até então inédito), o autor se endivida ainda mais para conseguir comprar a copiadora mecânica. Mas o que ninguém poderia supor é que, por misteriosos motivos, a ampliação na venda de seus livros leva um pacato vilarejo ao mais completo caos. Com forte pegada cômica, a trama também promove reflexão; quais os efeitos sociais gerados pelo avanço tecnológico nos meios de comunicação?

 

No elenco, estão Ademir de Souza (Máquina), André Marcos (Escritor), Clarisse Zarvos (Josefina), Diogo Nunes (Rei) E Julia Pastore (Padeiro, Sputnik e Fisco). A produção é de Clarissa Menezes, com realização do Grupo Gestopatas Texto indicado ao PRÊMIO SHELL RJ 2023.

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