Trilhas da Cena

LAS CHORONAS

Direção e dramaturgia: Byron O'Neill

Realização: Las Choronas Companheiras Teatrais (MG)

Estreia: 2025

Página atualizada em 20/02/2026

Temporada

Nome do Teatro (Estado)

Datas: de 8 de julho a 27 de agosto

Horário: terça e quarta às 20h

Duração: 60 minutos

Classificação: 14 anos 

Endereço: R. Xxx, 104, – Yyyyyy (WZ)

Ingressos: R$80 – inteira | R$ 40 – meia-entrada

 

Telefone do teatro: (99) 6543-2100 

Clique aqui e compre seu ingresso antecipadamente.

Datas:

8 de julho a 27 de agosto

 

Horário:

terça e quarta às 20h

 

Duração:

60 minutos

 

Classificação:

14 anos

 

Endereço:

R. Xxx, 104, – Yyyyyy (WZ)

 

Ingressos:
R$80 – inteira | R$ 40 – meia
 
 

Telefone do teatro:

(21) 2537-8053

 

Clique aqui e compre seu ingresso antecipadamente.
 

Sinopse

Nothing to be done.Nada a fazer. Esto es una grabación. Não há banda! E assim mesmo escutamos o nada. Se quiserem ouvir um alfinete, ouçam! Um choro de bebê tocando cuíca… Ouçam, ouçam o som da cuíca tocada pelo bebê que chora. No hay nene! There is no baby! Apenas lágrimas e Las Choronas. Don’t worry, this too shall pass. Mañana vai ser outro dia.

O espetáculo

Las Choronas possui dramaturgia crítica instigante, pensada para provocar o público transitando entre o teatro do absurdo e o surrealismo, tratando de temas bem contemporâneos. Com elenco formado por artistas de importantes coletivos teatrais de Belo Horizonte – Pigmalião Escultura que Mexe, Cia 5 Cabeças e Mulher que Bufa -, a temporada em palcos cariocas acontece após sucesso na capital mineira em 2025.

 

Com dramaturgia assinada e dirigida por Byron O’Neill, nome de destaque da cena mineira contemporânea, criada para ser construída de maneira colaborativa, a partir de improvisações dirigidas, partituras gestuais, fragmentos poéticos, fábulas e notícias de jornal, a montagem possui referências fortíssimas em trabalhos com temática surrealista, como os do cineasta norte-americano David Lynch (Mulholland Drive), e no teatro do absurdo, presente em obras do dramaturgo Samuel Beckett (Esperando Godot). No palco, o elenco manipula bonecos e também é manipulado por eles, em um jogo visual desafiador, chamando a atenção do público para as fronteiras entre humano e objeto, entre som e gesto, entre ouvir e ver.

 

Segundo O’Neill, “não é uma peça linear, com princípio, meio e fim, é uma peça que traz provocações necessárias para a nossa contemporaneidade, tratando de assuntos como amor, identidade, abandono, marginalidade e é também uma crítica política, diante do atual cenário nacional e mundial e a busca por sentido em tudo isso”.

 

A montagem conta com o intérprete de Libras e Libras musical e bailarino Uziel Ferreira, o que proporciona uma linguagem dramatúrgica central para além do recurso de tradução e propõe uma experiência sensorial e acessível, que integra teatro de bonecos, dança e música. Juntos eles transformaram a cena vencedora e mais votada do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto 2022 em um espetáculo teatral de aproximadamente 60 minutos.

 

Ainda segundo Byron, incluir Libras no espetáculo foi pensado para ser também uma expressão do que acontece em cena para pessoas não ouvintes. “O intérprete está integrado à cena, e os demais artistas dançam em diálogo com sua expressão corporal e linguística, transformando a Libras em matéria coreográfica e poética”.

GALERIA DE FOTOS

Fotos realizadas por Guto Muniz, no Teatro 2 do Centro Cultural Banco do Brasil – Rio de Janeiro, em 15 de janeiro de 2026.

VÍDEO

Equipe

Apresentação: Ministério da Cultura e Banco do Brasil

Direção e dramaturgia: Byron O’Neill 

Assistência de direção e direção de manipulação: Igor Godinho

Elenco: Aurora Majnoni, Carol Oliveira, Eduardo Felix, Joyce Malta, Liz Schrickte, Uziel Ferreira e Tom Forato

Intérprete de libras: Uziel Ferreira

Assistente em tradução de libras: Victor Daniel

Trilha sonora: Las Choronas

Edição musical: Rafael Nelvam

Trilha cuíca: Daniel Guedes 

Captação, edição, mixagem trilha cuíca: Fillipe Glauss – Estúdio Nascente 

Técnico de som: Vinicius Alves

Criação de luz: Marina Arthuzzi e Wellington Santos

Cenografia e figurinos: Eduardo Felix

Cabelo e maquiagem: Camila Polatscheck e Iara Drumond

Bonecos: Aurora Majnoni, Eduardo Felix, Mauro Carvalho e Tom Forato 

Cenotécnico: Nilson Santos

Costureira: Elaine do Carmo e Endira Drumond

Coreografia: Uziel Ferreira, Guilherme Morais e Liz Schrickte

Operação de luz: Marina Arthuzzi e Wellington Santos 

Assessoria de imprensa: Alessandra Costa

Social Media: Flávia Moreira

Arte gráfica: Liz Schrickte

Fotos: Guto Muniz, Tom Forato e Byron O’Neill

Coordenação de produção: Luisa Rosa

Produção: Carol Oliveira

Assistente de produção: Vina Amorim e San Marino

Gestão de Objeto: Cris Moreira 

Gestão financeira: Graziane Monteiro

Contabilidade: Ambar Contabilidade

Realização: Governo do Brasil e Centro Cultural Banco do Brasil

AGRADECIMENTOS: Galpão Cine Horto, Márcio Miranda, Matheus Carvalho, Paula Ribas, Marlene Imaculada Cota, O’Neill Byron, Clarissa Amorim Hortélio, Gustavo Djalva, Márcio Gouvea, Carô Rennó, João Corgozinho, Iara, Lira e Lucca.

Las Choronas Companheiras Teatrais

O nome Las Choronas Companheiras Teatrais vem do encontro de pessoas que fazem teatro há muito tempo, mas não haviam trabalhado juntas. Essa é a primeira vez que as companhias Pigmalião Escultura que Mexe, Cia 5 Cabeças e Mulher que Bufa se unem para um espetáculo inédito. Outra explicação para o nome  Las Choronas vem da cena curta, no qual o espetáculo é baseado. Ela é referenciada numa cena do filme Mulholland Drive, onde a atriz Rebeca Del Rio aparece cantando a música “Llorando”.

 

O espetáculo também conta com uma cena em que as duas meninas, Liz e  Carol, são manipuladas pela Aurora, “aí eu brinco que elas são as choronas, que são as bonecas manipuladas”, brinca Byron O’Neill, diretor e dramaturgo. 

 

Ainda de acordo com O’Neill, a mistura de idiomas durante o espetáculo se dá devido à quantidade de atores que se apresentam fora do Brasil, além de atores estrangeiros que fazem parte das companhias, como, por exemplo, Aurora, que é italiana, fala português e francês, além do seu idioma nativo. 

 

“Essa mistura de idiomas foi uma coisa natural, não foi de propósito, mas ela foi tomando conta da dramaturgia e eu não tive como escrever apenas em português e também tem uma mistura com a Libras. É uma peça em que, às vezes, a pessoa que é ouvinte não entende absolutamente tudo o que está sendo dito, por isso tem momentos em que ela é dita que a peça acontece apenas em Libras, em outros momentos que a peça está sendo dita em italiano e temos tradução para Libras mas que não temos tradução para o português, por exemplo”, explica O’Neill. 

Las Choronas

As informações presentes nesta página foram disponibilizadas ao Trilhas da Cena pelos realizadores do espetáculo, com exceção das fotografias da página que são de responsabilidade de Guto Muniz.

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