Trilhas da Cena

HISTÓRIA

Texto final e direção: Marcio Abreu

Realização: companhia brasileira de teatro (RJ/PR)

Estreia: 2026

Atualizada em 19/08/2026

Foto: Guto Muniz

Temporada Belo Horizonte (MG)

25 de junho a 14 de julho de 2026

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Endereço: R. da Bahia,2244, Belo Horizonte – MG
Datas e horários:
25 a 28/06/2026, quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
03 a 05/07/2026, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h
07 a 14/07/2026, terça a sábado, às 20h; domingo, às 19h 
Ingressos: entre R$ 21,50 e R$ 78,00
Compras antecipadas pelo Sympla

Audiodescrição: sessões com audiodescrição nos dias 28/06 e 05/07
Libras: sessões com libras nos dias 28/06, 05/07 e 12/07
Recepção para pessoas com neurodivergência: sessões com recepção para pessoas neurodivergência 28/06, 05/07 e 12/07
Classificação indicativa: 16 anos

Teatro do Centro Cultural Unimed-BH Minas

Endereço:
R. da Bahia,2244, Belo Horizonte – MG
Datas e horários:
25 a 28/06/2026, quinta a sábado, às 20h; domingo, às 19h
03 a 05/07/2026, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h
07 a 14/07/2026, terça a sábado, às 20h; domingo, às 19h 
Ingressos:
Entre R$ 21,50 e R$ 78,00
Compras antecipadas pelo Sympla

Audiodescrição:
Sessões com audiodescrição nos dias 28/06 e 05/07
Libras:
Sessões com libras nos dias 28/06, 05/07 e 12/07
Recepção para pessoas com neurodivergência:
Sessões com recepção para pessoas neurodivergência 28/06, 05/07 e 12/07
Classificação indicativa:
16 anos

Sinopse

Dois atores (Carolina Virgüez e Rafael Bacelar) e um músico (Felipe Storino) levam à cena fragmentos de vivências e memórias despertados por fotos, canções, vestígios e histórias - reais e ficcionais – sobre as rejeições, o abandono parental, o preconceito, as relações familiares, as guerras e outras experiências que descortinam um mundo fraturado que não mais se sustenta na “história oficial”. Ela não dá conta das múltiplas verdades que não aceitam mais ser apagadas ou silenciadas ao longo do tempo. 

O espetáculo

"Se não fizermos a História, seremos feitos por ela."

A História é a disciplina, ou a ferramenta de que a humanidade dispõe para ter sua memória preservada ao longo dos séculos, ou milênios. Para ter a possibilidade de olhar para trás e tentar entender de onde veio. Mas, quem garante sua autenticidade? Um novo sítio arqueológico descoberto e tudo pode mudar. Uma nova voz ouvida pode mudar a versão dos fatos, e reescrever a história. É o que mais testemunhamos na contemporaneidade: as vozes pretas, LGBTQIA+, indígenas e outras tantas estão reescrevendo a história.

Então, fica a pergunta: quem está verdadeiramente licenciado para escrever a história? E ainda que licenciado, quantas histórias está apagando em favor de uma única?

É nessa chave que se inscreve o novo espetáculo da companhia brasileira de teatro. HISTÓRIA vem refletir e se insurgir sobre os velhos mecanismos de formulação das verdades estabelecidas. Com texto construído coletivamente, integra uma trilogia formada por [Ao vivo] Dentro da cabeça de alguém, de 2024; e Sonho elétrico, de 2025, ambos em turnê nacional. O espetáculo investiga o cruzamento entre a memória individual e a coletiva, entendendo que cada corpo é memória, portanto, história. E sendo memória e história, pode, no tempo presente, criar novas memórias e agir no futuro.

"Criar possibilidades de futuro, isso só será possível quando entendermos nossa capacidade de imaginar e sonhar futuros possíveis agora, em cada ação que fizermos diariamente. Essa consciência em ação traz para o centro da roda outras noções de memória. Esse é o tempo de criar memória, imaginando como a vida pode ser e fazendo ela acontecer apesar de todo fluxo contrário e muitas vezes impeditivo e que insiste em nos empurrar para um abismo de padronização e apagamento.", afirma Marcio Abreu.

O teatro revela-se território seguro e fértil para essa investigação, porque comporta a subjetividade e o sonho. Trançando as memórias do elenco e equipe à imaginação, o espetáculo corporifica não as respostas, mas as perguntas que inquietam gerações.

HISTÓRIA se desdobra não de forma linear, mas por associações de ideias, de forma orgânica e "desordenada", como experimentamos cotidianamente, na "vida real". Não à toa o cenário de Marcelo Alvarenga é formado por escombros, restos de um mundo em ruínas, explodido e em movimento. A ação se alterna entre relatos individuais e momentos de interação a dois ou a três. A música ao vivo também é ação, executada por Felipe Storino, que canta e toca guitarra.

O espetáculo HISTÓRIA foi viabilizado pela Petrobras e pelo Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet.

Galeria de fotos

Fotografias realizadas por Guto Muniz nos dias 17 de julho de 2026, no CCBB RJ.

Ficha técnica e artística

Texto Final e Direção: Marcio Abreu

Pesquisa e Criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria [companhia brasileira de teatro]

Dramaturgia: Marcio Abreu, Carolina Virgüez, Rafael Bacelar, Key Sawao, Nadja Naira, Felipe Storino, Idylla Silmarovi, Cássia Damasceno e José Maria

Textos de Rafael Bacelar e Marcio Abreu

Criação e Performance: Carolina Virgüez e Rafael Bacelar

Direção de Produção e Administração: Cássia Damasceno e José Maria

Direção Técnica, Iluminação e Assistência de Direção: Nadja Naira

Direção Musical, Trilha Sonora Original e Performance: Felipe Storino 

Direção de Movimento, assistência de direção e colaboração criativa: Key Sawao

Figurinos: Luiz Cláudio Silva | Apartamento 03

Cenografia: Marcelo Alvarenga | Play Arquitetura 

Assistência de Dramaturgia e Colaboração Criativa: Idylla Silmarovi

Assistência de iluminação: Wagner Corrêa

Contrarregras e Assistência de Produção e Arte: Taís Morgado, Kauê Mar e Emily Cristine

Design e Técnicos de Som: Gil Costa e Chico Santarosa

Montagem Técnica: Iuri Wander, Victor Emanuel, João Gaspary, Ricardo Barbosa, Dafne Rufino

Adereço ‘Cabeça Rafael’: Bruno Dante

Transporte: Edmilson Ferreira da Silva

Cenotécnicos: Fabiano Hoffmann, Norival Gafke, André Baliu, Heros Amâncio, Ricardo Dombroski

Equipe de Acessibilidade: 

Coordenação e audiodescrição: Graciela Pozzobon da Costa

Audiodescrição: Maria Thalita Baptista de Paula, Rodrigo Simões Silva e Jaderson Fialho Fonseca

Apoio e recepção – audiodescrição: Aline Saldanha Rocha e Isabela Fonseca

Técnico audiodescrição: Bruno Ribeiro

Intérpretes em libras: JDL Traduções

Coordenação e Monitoria para Pessoas Neurodivergentes: Fernanda Costa

Fotos Ensaios – Etapa RJ: Nana Moraes

Fotos Ensaio – Etapa SP: Ethel Braga

Fotos do Espetáculo: Lídia Ueta

Captação e Edição de Imagens: Lídia Ueta e Allan Raffo

Programação Visual: Pablito Kucarz e Mia Fontoura

Matérias e críticas

Quando a história oficial já não basta - por Leonardo Talarico (Jornal A Cena) - 3 de agosto de 2026

Artista Veste - companhia brasileira de teatro

A parceria do Trilhas da Cena com a Artista Veste oferece camiseta de algodão premium com estampa inspirada em fotografia do espetáculo História, realizada por Guto Muniz.

 

Ao adquirir peças através da nossa parceria, você ajuda as artes cênicas brasileiras.

O lucro sobre as vendas será distribuído entre a companhia brasileira de teatro, o Trilhas da Cena e a Artista Veste

 

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Sobre a companhia brasileira de teatro

A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba/PR. Sua pesquisa é voltada sobretudo para novas formas de escrita e para a criação contemporânea.

Entre suas principais realizações, peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como Sem Palavras (2021); PRETO (2017); PROJETO bRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).

Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país como uma adaptação da obra Platonov de Anton Tchekov intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS? (2019); a peça Krum (2015) de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa? (2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de Noëlle Renaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006) de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004) de Phillipe Myniana.Suas peças mais recentes são AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024), com texto e direção de Marcio Abreu, e Sonho Elétrico (2025), texto e direção de Marcio Abreu com interlocução do neurocientista, capoeirista e pensador Sidarta Ribeiro.

A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. Recebeu os principais prêmios das artes no país.

Outro espetáculo do grupo no Trilhas da Cena

PARTIDO (1999)
O Visconde Medardo de Terralba volta da guerra partido ao meio. Apenas a metade má de Medardo retorna à Terralba, para espanto dos familiares, serviçais e conterrâneos, que o esperavam com ansiedade. Alguém observa tudo com os olhos cheios de espanto e curiosidade: é o Menino, sobrinho de Medardo, narrador do romance “O Visconde Partido ao Meio”, publicado por Ítalo Calvino, em 1951.

https://trilhasdacena.com.br/partido/

Contatos da companhia

Todas as informações presentes nesta página são de fontes públicas e/ou oficiais dos realizadores deste espetáculo.

Caso encontre algum erro, favor informar através do e-mail contato@trilhasdacena.com.br

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