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Recomendações da crítica
Recomendado por Luciana Romagnoli (Horizontes da Cena)
Poros Abertos
De: Sueli Araujo
Direção: Sueli Araujo
Realização: CiaSenhas de Teatro
Em Poros Abertos, nova criação da CiaSenhas de Teatro, três atrizes conduzem memórias inventadas de três mulheres que se encontram em uma pequena cidade fictícia, ao sul do país, em 1964, às vésperas de uma marcha política. O encontro revela como questões políticas atravessam corpos e tempo e contaminam, ainda hoje, as relações entre as mulheres.
14 a 25 de outubro de 2026 - Quartas a sextas às 20h - Sábados e domingos às 17h e às 20h
Espaço Obragem
Curitiba (PR)
Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)
Edson
Direção, Dramaturgia e Atuação: Matheus Macena
Produção: Corpo Rastreado
Edson parte da morte do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto, assassinado pela ditadura militar em março de 1968, para fabular a história da família Lima Souto. Pai, Mãe, Irmã e Edson criam um espelho alegórico que recompõe o panorama político da ditadura a partir da perspectiva do trabalhador de base, do analfabetismo e do emigrante nordestino.
9 de outubro a 1º de novembro de 2026 | Sextas e sábados, às 20h e domingos, às 19h
Teatro Ipanema Rubens Corrêa
Rio de Janeiro (RJ)
Agenda dos Assinantes
Veja o que andam fazendo aqueles que constroem conosco esta memória das artes cênicas brasileiras. E se quiser trilhar esse caminho conosco, clique aqui.
Recomendado por Luciana Romagnoli (Horizontes da Cena)
Poros Abertos
De: Sueli Araujo
Direção: Sueli Araujo
Realização: CiaSenhas de Teatro
Em Poros Abertos, nova criação da CiaSenhas de Teatro, três atrizes conduzem memórias inventadas de três mulheres que se encontram em uma pequena cidade fictícia, ao sul do país, em 1964, às vésperas de uma marcha política. O encontro revela como questões políticas atravessam corpos e tempo e contaminam, ainda hoje, as relações entre as mulheres.
14 a 25 de outubro de 2026 - Quartas a sextas às 20h - Sábados e domingos às 17h e às 20h
Espaço Obragem
Curitiba (PR)
Espetáculo de teatro
Duvido
Com: Marcéli Torquato
Direção: Camila Nhary
Realização: Teatro Caminho
O solo Duvido acompanha uma atriz em estado permanente de dúvida. Enquanto espera Hamlet, a personagem cria um jogo entre hesitação persistente e certeza, entre o que está ensaiado e o que acontece na vida, entre a segurança do que se ensaia e a imprevisibilidade da vida real.
2 a 25 de outubro de 2026 | sextas e sábados às 20h - domingos às 19h
Sede da Cia dos Atores
Rio de Janeiro (RJ)
Mostra Internacional de Design de Performance
Cenografias do Avesso - 16ª Quadrienal de Praga (seleção aberta)
Realização: Cenografias do Avesso (Equipe curatorial: Cleiton Almeida, Mayara Assis, Mery Horta e Yasmin Coelho), em parceria com Grafias da Cena Brasil e Funarte – Fundação Nacional de Artes (Ministério da Cultura)
Mostra dos Estudantes – 16ª Quadrienal de Praga: seleção de 35 projetos de estudantes e egressos de Cenografia, Teatro, Dança, Circo e áreas afins, priorizando diversidade e abrangência territorial. Curadoria de Cenografias do Avesso com inscrições gratuitas até 31 de outubro de 2026.
Quadrienal de Praga: 8 a 17 de junho de 2027 | Inscrições para seleção: até 31 de outubro de 2026
Praga
República Tcheca
Espetáculo de Dança-Teatro
NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA
Com: Daniela Rosa e Rafael Bougleux
Direção: Fernando Gimenes
Realização: Cia. Entre Nós
NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA, da Cia. Entre Nós (SP), aborda a violência contra a mulher a partir do diálogo entre dança-teatro e jazz. Livremente inspirado em casos reais, como os de Eliane de Grammont e Nina Simone, o espetáculo coloca o público como testemunha de uma relação em que os limites entre afeto e violência se confundem.
2 a 26 de outubro de 2026 - Sextas a segundas às 19h
CCBB BH – Teatro II
Belo Horizonte (MG)
Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)
Edson
Direção, Dramaturgia e Atuação: Matheus Macena
Produção: Corpo Rastreado
Edson parte da morte do estudante secundarista Edson Luís de Lima Souto, assassinado pela ditadura militar em março de 1968, para fabular a história da família Lima Souto. Pai, Mãe, Irmã e Edson criam um espelho alegórico que recompõe o panorama político da ditadura a partir da perspectiva do trabalhador de base, do analfabetismo e do emigrante nordestino.