CLIQUE PARA PESQUISAR
Recomendações da crítica
Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)
Um pássaro não é uma pedra
Concepção e atuação: Lucas Oradovschi
Direção: Adriana Schneider, Cátia Costa e Mar Mordente
Produção: U Plus Cultural | Daniel Uryon
O espetáculo-solo conta histórias vividas no Teatro de Pedra e no Teatro da Liberdade, experiências de teatro comunitário e resistência cultural no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. A peça é narrada pela perspectiva de uma pedra, um pedaço de escombro de um teatro destruído. Qual o sentido de fazer teatro em tempos de guerra? Uma investigação cênica que, ao abordar a guerra colonial de Israel na Palestina, traz questões sensíveis ao Brasil contemporâneo.
7 de julho a 26 de agosto de 2026 | terças e quartas, às 20h
Teatro Poeira
Rio de Janeiro (RJ)
Assinante: Adriana Schneider
Agenda dos Assinantes
Veja o que andam fazendo aqueles que constroem conosco esta memória das artes cênicas brasileiras. E se quiser trilhar esse caminho conosco, clique aqui.
Espetáculo de teatro
Frankenstein de Mary Shelley
De: Mary Shelley (dramaturgia de Fernando de Carvalho)
Com: Ana Quintas e Larissa Souza
Direção: Fernanda Alpino
Em Frankenstein de Mary Shelley, Mary Shelley viaja no tempo para combater uma seita, O Prometheísmo, ligada à Inteligência Artificial. Apresenta ao público seu projeto Frankenstein e dá vida à sua criatura. O encontro revela dilemas sobre responsabilidade do criador e a natureza da Criatura, que se defende: tem carne, osso, memória, sente solidão e amor. É artificial, inteligente e viva.
6 a 30 de agosto de 2026 - Quintas a sábados às 19h e domingos às 18h
CCBB RJ - Teatro III
Rio de Janeiro (RJ)
Assinante: Marrom Glacê Comunicação
Recomendado por Daniele Avila Small (Questão de Crítica)
Um pássaro não é uma pedra
Concepção e atuação: Lucas Oradovschi
Direção: Adriana Schneider, Cátia Costa e Mar Mordente
Produção: U Plus Cultural | Daniel Uryon
O espetáculo-solo conta histórias vividas no Teatro de Pedra e no Teatro da Liberdade, experiências de teatro comunitário e resistência cultural no campo de refugiados de Jenin, na Palestina. A peça é narrada pela perspectiva de uma pedra, um pedaço de escombro de um teatro destruído. Qual o sentido de fazer teatro em tempos de guerra? Uma investigação cênica que, ao abordar a guerra colonial de Israel na Palestina, traz questões sensíveis ao Brasil contemporâneo.
7 de julho a 26 de agosto de 2026 | terças e quartas, às 20h
Teatro Poeira
Rio de Janeiro (RJ)
Assinante: Adriana Schneider
Espetáculo de dança
Espaço Liso
Com: Camila Moura, Pedro Castella e Rafael Rocha
Direção: Carolina Cony e Renato Linhares
Realização: NAMATILHA Espaço de Criação
Espaço Liso é um espetáculo de dança do NAMATILHA que transforma o chão deslizante em dispositivo cênico e território de criação de imagens, movimentos, memórias e ficções. Três performers trazem à tona a relação com a materialidade e o gesto como ato escultórico.
13 a 23 de agosto de 2026 - Quintas e sextas às 20h30 | Sábados e domingos às 19h
Sesc Copacabana – Mezanino
Rio de Janeiro (RJ)
Espetáculo de teatro
Maria Bonita na Cidade de Oz
Elenco: Luísa Pacheco, Bella Michielini, Lucas Chiaradia, Paulo Victor e Jordan Antunes
Direção: Jordan Antunes
Realização: Jota A Produções, Mira Produções e Governo de Minas Gerais
Maria Bonita na Cidade de Oz é um espetáculo infantojuvenil da Jota A Produções que revisita o clássico “O Mágico de Oz” a partir de referências brasileiras e da cultura popular nordestina. Uma sonhadora sertaneja mineira deseja estudar música na capital em uma narrativa sobre crescimento, pertencimento, amizade e autoestima.
19 a 23 de agosto de 2026
Diversos
Bom Despacho, Dores do Indaiá, Quartel Geral, Abaeté e Martinho Campos (MG)
Espetáculo de teatro
Gente de Classe
De: Henrique Fontes, Pablo Capistrano e Quitéria Kelly
Com: Rafa Guedes, Thuyza Fagundes, Carol Cantídio e Quitéria Kelly
Direção: Quitéria Kelly
Em 2040, um condomínio de luxo deixou de ser apenas o lar de uma família de classe média, para se tornar um retrato das tensões sociais e contemporâneas. Gente de Classe é uma sátira que projeta um Brasil que parece futuro, mas fala diretamente do presente, apostando no humor ácido para confrontar gênero, classe e fé em um país à beira de novas rupturas.