Trilhas da Cena

2014

A cidade dos rios invisíveis

Espetáculo itinerante criado pelo Coletivo Estopô Balaio que conduz o público em jornada teatral pela Linha 12-Safira da CPTM, de São Paulo. O percurso inicia na Estação do Brás e segue até o Jardim Romano, na zona leste, onde intervenções artísticas — dança, rap, performances e instalações multimídia — se entrelaçam com as memórias dos moradores sobre a enchente de 2009. Terceira parte da “Trilogia das Águas”, o trabalho resgata histórias de migrantes nordestinos e pratica o “contrateatro”, uma abordagem anticolonial que transforma o deslocamento físico em construção de memória coletiva.

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Um homem negro com barba segura uma lanterna, iluminando seu rosto e parte superior do corpo na escuridão. Ele está vestindo uma camisa de cor clara com pequenos rasgos, e aponta para a distância com a outra mão. Foto: Rodrigo Sambaqui

5 minutos

Um homem preso há 50 anos. Manuel. Operário. Poderia ser Manoel Fiel Filho, militante de base do PCB morto pela ditadura brasileira. Ou outro Manuel, chileno, personagem ficcional da canção de Victor Jara, Te recuerdo Amanda, sobre o amor de Amanda e Manuel. O preso registra os dias e tenta se lembrar do que passou. É atravessado por suas memórias, nossa história desconhecida. Uma voz que busca ser ouvida e repercute nas ruas ainda hoje.

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Uma mulher de vestido e cardigan está sentada, parecendo preocupada. Atrás dela, uma pessoa com o rosto enfaixado está sentada em uma cadeira, vestindo um terno e gravata borboleta vermelha. Outra pessoa está de pé ao fundo, como se tivesse saindo por uma porta, de terno e gravata. O fundo parece de madeira com algumas texturas e relevos. A iluminação é quente e suave. Foto: Guto Muniz

Humor

Um homem carrega uma rara doença, pombos infestam sua casa, um cacto toma conta do jardim. Outras pessoas o rodeiam tentando fazê-lo reviver memórias e gestos, enquanto se perguntam se é possível continuar.

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Um grupo de dançarinos e dançarinas se apresentando energicamente no palco. Eles estão usando trajes em tons de terra, e a iluminação cria uma atmosfera dramática com tons escuros e melancólicos. Os dançarinos estão se movendo em uníssono com poses dinâmicas e expressivas. Duas dançarinas no palco fazem uma pose dramática. A dançarina da esquerda está de cabeça para baixo, usando uma saia vermelha que cobre seu tronco de cabeça pra baixo, parecida com uma rosa. O dançarino da direita se inclina para frente em uma roupa preta e dourada. O fundo é escuro e somente as dançarinas são sutilmente iluminadas. Foto: Guto Muniz

Entre o Céu e as Serras

A montagem traz diversas referências culturais ao período barroco e à formação da identidade do povo mineiro. A religiosidade, o domínio português e a resistência da cultura negra, o contato do homem com a natureza e os desdobramentos dessas vivências foram conceitos pesquisados e traduzidos para o espetáculo de forma contemporânea pela Cia. de Dança.

Entre o Céu e as Serras navega pelos sentidos e significados da música, texto e corpos inscritos nos rituais e festividades das comunidades afrodescendentes, agentes expressivos de tradições e espiritualidade.

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