Trilhas da Cena

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Enfim um líder

Enfim um Líder é a obra mais ambiciosa do ERRO Grupo, um acontecimento imersivo que ultrapassa o teatro tradicional. Durante 3 dias consecutivos (42 horas), cidadãos participam de uma recepção ao Líder, das 6h às 20h, culminando com sua chegada no terceiro dia. O projeto transforma centros urbanos em espaço de experiência coletiva, ocupando e se diluindo simultaneamente no cotidiano. Representa a continuação da pesquisa do grupo sobre intervenção urbana desde 2001, funcionando como um acontecimento histórico, político e social que desafia todos os envolvidos.

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Luzir é negro

“Luzir é Negro” é um espetáculo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo, dirigido por Rodrigo Dourado e produzido pelo Teatro de Fronteira. A peça investiga o racismo através das memórias de um homem negro, gay, candomblecista e periférico, entrelaçando sua trajetória pessoal, teatral e espiritual com textos teatrais e debates sobre questões raciais contemporâneas. A dramaturgia transita entre passado e presente, público e privado, ficção e realidade, explorando a encruzilhada entre luz e escuridão.

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A cidade dos rios invisíveis

Espetáculo itinerante criado pelo Coletivo Estopô Balaio que conduz o público em jornada teatral pela Linha 12-Safira da CPTM, de São Paulo. O percurso inicia na Estação do Brás e segue até o Jardim Romano, na zona leste, onde intervenções artísticas — dança, rap, performances e instalações multimídia — se entrelaçam com as memórias dos moradores sobre a enchente de 2009. Terceira parte da “Trilogia das Águas”, o trabalho resgata histórias de migrantes nordestinos e pratica o “contrateatro”, uma abordagem anticolonial que transforma o deslocamento físico em construção de memória coletiva.

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12 pessoas com raiva

12 Pessoas com Raiva simula um júri que é convocado a se apresentar online, por contra da pandemia do COVID-19, e deve chegar a um veredito unânime sobre um assassinato envolvendo pai e filho. Tal situação poderia ser resolvida rapidamente, não fosse a presença de uma mulher que, não estando totalmente convencida sobre a culpa do garoto, vota por inocente. A partir daí, acompanhamos de perto conflitos e arquétipos típicos da atual sociedade brasileira.

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Ocupação Noite das Estrelas

A Noite das Estrelas é uma ocupação artística que celebra a memória LGBTQIAPN+ nas favelas da Maré, Rio de Janeiro. Nascida de shows que Ney e Menga organizaram nos anos 1980, a ocupação contemporânea, dirigida pela Entidade Maré, estreiou em 2023 como espetáculo multifacetado: apresentação, filme, fotografia e experiência imersiva. Protagonizada por artistas negros da Maré, reafirma histórias de resistência e celebração da comunidade.

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Dembwa

Dembwa é uma travessia dançada por Marcos Ferreira e Ruan Wills que entrelaça corpo e memória para reativar saberes ancestrais. A obra entende a ginga como tecnologia: um gesto que desvia, cria e resiste. Entre o samba de caboclo e o funk, o espetáculo revisita raízes que pulsam em memória. Dembwa convida o público a reconhecer, na dança, a continuidade de uma herança viva que se projeta no presente como futuro.

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Ana e Tadeu

Ana e Tadeu tinham 15 anos de casamento, mais um filho, o menino Jorge. A violência urbana desencadeou uma sucessão de acontecimentos que mudaram irreversivelmente a vida e a subjetividade dessas personagens. Com o casamento arruinado, Tadeu volta para pegar suas coisas e levar sua mudança. Contudo, encontra a casa cercada por um tiroteio. Confinados, Ana e Tadeu aparam as últimas arestas de uma relação cercada por afeto, dor e pela própria violência que os atravessa e os limita.

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Apocalipse 1,11

Apocalipse 1,11 é um espetáculo do Teatro da Vertigem criado em 1998, inspirado no texto bíblico de São João. Ambientado em presídio, explora tensões do fim do milênio, questionando a natureza do Mal e refletindo sobre violência e exclusão social. A obra mergulha na dialética entre esperança e temor, convidando o público a confrontar “apocalipses” individuais e coletivos em tempos de crise e transição.

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Uma pessoa com o rosto sujo de sangue é iluminada por uma única fonte de luz em um ambiente escuro. Ela está juntando as mãos e olhando em direção à luz, projetando sombras em suas feições. O fundo está quase todo obscurecido pela escuridão. Foto: Guto Muniz

O Livro de Jó

O Livro de Jó marca evolução dramatúrgica do Teatro da Vertigem, incorporando a palavra como elemento central. Encenado em hospital, o espetáculo explora sofrimento e vulnerabilidade humana através do texto bíblico. A montagem representa transição da linguagem gestual para construção de personagens, transformando o espaço hospitalar em lugar de reflexão sobre morte e fragilidade da condição humana.

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Quatro pessoas em trajes teatrais estão dramaticamente de pé com os braços ao lado do corpo entre bancos de igreja, de frente para direções diferentes. Outra pessoa está sentada de costas para o espectador, olhando para elas. O cenário tem uma iluminação atmosférica e dourada. Foto: Guto Muniz

Paraíso Perdido

O Paraíso Perdido é um espetáculo do Teatro da Vertigem que explora questões metafísicas fundamentais: a perda do paraíso e a nostalgia das origens. Inspirado na obra de John Milton, textos bíblicos e relatos mesopotâmicos, a montagem associa o mito da queda aos sentimentos contemporâneos de decadência. Utilizando o universo da infância como metáfora, investiga a condição humana e nossa busca ancestral por religamento original.

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