Trilhas da Cena

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O Rei Louco

O Rei Louco é uma adaptação da peça Rei Lear, de Willian Shakespeare. Nela apenas dois atores tentam transmitir ao público a trajetória de um velho rei que, ao dividir o seu reino entre as três filhas: Goneril, Rejane e Cordélia, mas desejando manter as regalias e honras do seu posto real, sofre as consequências de seu ato precipitado.Nesta versão, entremeada de narrativas que situam os espectadores sobre o contexto da obra, optamos pela relação entre Lear e conde de Kent, que o acompanha do início ao fim da fábula. O debate que envolve a tragédia, recai sobre questões cotidianas que se estendem no tempo: Quem é a vítima e quem é o vilão da história?

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Foto: Guto Muniz

Prima Facie

Em cena, Débora Falabella vive a bem-sucedida advogada Tessa, que tem acusados de violência sexual entre seus clientes. Vinda de uma família pobre, ela batalhou e venceu no complexo mundo da advocacia. Ao mesmo tempo em que experimenta o sucesso, ela precisa encarar uma crise que a obriga a rever uma série de valores e princípios, além de refletir sobre o sistema judicial, a condição feminina e as relações conturbadas entre diversas esferas de poder.

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Passos

Passos é uma peça de teatro sobre o luto. É um réquiem-cênico, um lamento pelo estado das coisas, pela miséria humana, uma tristeza quieta pelo que não podemos compreender. A sua escrita se faz por meio de metáforas e imagens eróticas. É pelo corpo que reivindicamos a comunicação. É pelo corpo que reivindicamos o NÃO enrijecimento do homem e das ideias. 

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O Caminho para Meca

Helen Martins, uma escultora de formas intrigantes, que começou a criar depois dos 50 anos e após a morte do marido, foi até então, ou pelo menos tentou viver como tal, uma afrikaner. Seguindo os preceitos religiosos, obediente ao marido, mas insatisfeita com a sua condição, rompe, pelo menos em parte, com esse mundo, ao confinar-se em sua casa produzindo obra escultória, afastando-se dos cultos da igreja, entregando-se à compulsão criadora.

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Alma boa de Setsuan

“A alma boa de Setsuan” é de origem oriental e se passa na cidade chinesa de Setsuan, onde três deuses disfarçados chegam buscando abrigo de uma boa alma. Somente Chen Te, uma camponesa muito pobre, aceita hospedá-los.

Agradecidos pela generosidade, os deuses a presenteiam com uma quantia em ouro, para que ela abrisse uma tabacaria. Mas os moradores do vilarejo começam a arruinar o negócio de Chen Te com seus pedidos e chantagens. Para contornar a situação, Chen Te “cria” uma personagem, na figura de um primo austero (Chui Ta), que é ela mesma.

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Concerto para Rameirinhas

Concerto para Rameirinhas, da CiaSenhas de Teatro foi criado a partir de 2 contos da escritora paranaense Luci Collin. A profunda humanidade dos personagens de Collin e sua narrativa pungente dialoga diretamente com a CiaSenhas, fundamentalmente, no que diz respeito ao exercício de perceber a realidade a partir de uma lente dupla: crueldade e delicadeza.
A encenação propõe uma brincadeira erótica que põe em jogo o prazer do corpo, da palavra, da presença do Outro, do flerte e do sexo.

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Dolly

DOLLY é adaptação teatral do conto homônimo de Lygia Fagundes Telles. A história é ambientada nos anos de 1920 e o conto de Lygia é inspirado no episódio real do assassinato da atriz Virginia Rappe, ocorrido na Hollywood de 1921, e recontado no encontro das personagens Dolly e Adelaide, vividas em cena pela atriz Alethea Novaes.

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Teatro La Independencia

O Teatro La Independencia está sendo vendido para um empreendimento e o grupo que reside nele terá de concordar em abandonar o espaço ou permitir que sejam relocados num outro. No meio disso, os atores estão ensaiando o novo espetáculo que fala sobre América Latina. O espetáculo transita entre a realidade que se impõe e as nossas utopias, sonhos, desejos, onde essa utopia é transportada para essa América Latina que também é utópica. O que é ser latino-americano? Vendemos ou não vendemos La Independência? Eis a questão!

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Medeia Negra

Medeia é vista, por nós, como a fundação de uma exclusão fundamental para o patriarcado: a invisibilização da voz feminina. Sob o nome de “bárbaro” se justifica o exílio e a divisão do mundo entre civilização e barbárie. A peça vai então revelar, para o público, outras possíveis leituras do mito.

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