Trilhas da Cena

Região Sudeste

Mulheres de Hollanda

Inspirado na obra de Chico Buarque, o espetáculo mergulha no universo feminino através de canções, textos e performances que exploram dores, alegrias e complexidades das mulheres.

Uma homenagem à pluralidade e à profundidade emocional feminina, a peça celebra a existência da mulher.

Dividido em dois atos, o espetáculo reúne 69 canções de Chico Buarque, tecendo um mosaico de histórias e personagens inesquecíveis. Uma experiência que une música, poesia e teatro para revelar a força e a delicadeza do feminino.

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A Ultima Sessão de Freud

A ação se passa em 1939 no gabinete de Freud na Inglaterra onde havia se exilado, depois de ter fugido da Áustria, por causa da perseguição nazista em plena segunda guerra mundial.
Em seu gabinete Sigmund Freud, pai da psicanalise, ateu convicto e implacável critico da crença religiosa, recebe o escritor poeta e critico literário C.S Lewis, dois gênios que influenciaram o pensamento critico e filosófico da sociedade do século XX.

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Menino Mandela

Zoe, neta de Nelson Mandela, precisa fazer um trabalho de escola sobre seu avô e contar como foi sua infância na aldeia sul-africana Qunu. Conversando com o avô e revolvendo suas memórias, Zoe é transportada através de uma “fenda no espaço-tempo” para 1926, onde ela encontra o menino Rolihlahla, que se desdobra para aproveitar ao máximo a vida entre brincadeiras, obrigações e o aprendizado com os anciões de sua tribo. Quando Rolihlahla começa a frequentar a escola, recebe de sua professora um novo nome, Nelson. Às voltas com um mundo repleto de hábitos e saberes novos, o menino vai enfrentar a perda precoce do pai e a despedida da mãe, que precisa entregá-lo aos cuidados de seu tutor, o Rei Jongintaba.

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Foto João Caldas

O Vazio na Mala

Em “O Vazio na Mala”, Samuel, renomado jornalista de guerra, retorna ao Brasil em 2005 para vender o apartamento dos pais, fechado desde a morte deles, há mais de 5 anos. Porém, ao mergulhar nas memórias familiares, ele se depara com conflitos e segredos. A avó, Esther, guarda numa mala fechada os relatos e documentos da fuga da Alemanha nazista Em meio a revelações sobre o passado violento de seu pai, Franz, a cuidadora Ruth surge como elo de afeto e uma força propulsora do encontro entre Samuel e Esther e das transformações necessárias a cada um. Baseada em eventos reais, “O Vazio na Mala” explora temas universais como família, ciclos e a busca por significado.

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foto: Silvia Machado

Solos de Rua

“Solos de Rua” inspira-se no texto manifesto “As Embalagens”, de Tadeusz Kantor. Trata-se de um jogo coreográfico no qual as bailarinas e a lona se afetam mutuamente em espaços públicos de grande circulação, misturando-se à paisagem local. Não é possível saber, ao certo, o que emerge de dentro da multidão. O que se sabe é que, de vez em quando, não convém permanecer em silêncio, pois é urgente mover,dobrar(-se), friccionar, atar, ocultar, revelar, desviar, dizer e não apaziguar. Criado a partir da performance solo de Luciana Bortoletto “Solo de Rua”, de 2012 e contemplado com o prêmio Denilto Gomes/ 2013, em 2016 foi recriado dentro do projeto Vir-a-Ser, para manutenção de pesquisa, contemplado pela XX Edição do Edital de Fomento à Dança da cidade de São Paulo.

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Quatro pessoas em trajes teatrais estão dramaticamente de pé com os braços ao lado do corpo entre bancos de igreja, de frente para direções diferentes. Outra pessoa está sentada de costas para o espectador, olhando para elas. O cenário tem uma iluminação atmosférica e dourada. Foto: Guto Muniz

Paraíso Perdido

O Paraíso Perdido é um espetáculo do Teatro da Vertigem que explora questões metafísicas fundamentais: a perda do paraíso e a nostalgia das origens. Inspirado na obra de John Milton, textos bíblicos e relatos mesopotâmicos, a montagem associa o mito da queda aos sentimentos contemporâneos de decadência. Utilizando o universo da infância como metáfora, investiga a condição humana e nossa busca ancestral por religamento original.

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ROHAN BARUCK | Foto: Stephany Lopez

Rohan Baruck

Diretor, produtor e ator com mais de 20 anos de carreira. Cofundador do Grupo Raiz, colabora com o Contra Bando de Teatro e Cia Cerne. Recebeu o Prêmio Funarte (2020) e o Diploma Heloneida Studart (ALERJ). Foi contemplado por editais como Sesc Pulsar e Foca, e integrou o júri do 9º Prêmio CBTIJ.

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Daniele Avila Small

Daniele Avila Small (Rio, 1976) é artista, crítica e curadora. Jurada do Prêmio Shell, faz pós-doutorado na UNIRIO. Doutora em Artes Cênicas pela UNIRIO e Mestra em História Social da Cultura pela PUC-Rio, criou a Questão de Crítica em 2008. Pesquisa interseções entre cena e escrita historiográfica Atua também como como diretora, dramaturga e tradutora. Publicou pela editoras 7Letras, Cobogó e Javali.

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Guto Muniz

Fotógrafo desde 1987, registrou cerca de 2.000 espetáculos e cobriu festivais como FIT BH e MITsp. É o idealizador do Trilhas da Cena e de projetos como Foco in Cena e Cena Vestida. Professor universitário por 30 anos, coordena o Núcleo de Estudos Fotografia, Artes da Cena e Cultura – Núcleo FAC e o projeto “O Teatro e a Democracia Brasileira” (2024).

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Dois atores atuam no palco. Um agacha-se com uma roupa colorida e um chapéu, enquanto o outro fica de pé, usando um binóculo improvisado e roupas esfarrapadas. O cenário inclui uma árvore improvisada e adereços espalhados ao redor. A iluminação é dramática e temperamental. Foto: Guto Muniz

Quase Árvore

A peça teatral, inspirada nos poemas de Manoel de Barros, aborda o tema natureza de maneira poética e sensível, destacando o encontro entre gerações, a transição da infância para a adolescência e o apreço pela poesia. O velho poeta Carvalho guia o menino Carocinho em uma jornada em busca do pai (representado pela árvore) e da mãe (simbolizada pelo passarinho), explorando temas como a natureza, o crescimento e a arte. O espetáculo encanta com sua abordagem lúdica e emocionante sobre a conexão com a natureza e a magia da poesia.

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