Trilhas da Cena

Infantil

A cidade dos rios invisíveis

Espetáculo itinerante criado pelo Coletivo Estopô Balaio que conduz o público em jornada teatral pela Linha 12-Safira da CPTM, de São Paulo. O percurso inicia na Estação do Brás e segue até o Jardim Romano, na zona leste, onde intervenções artísticas — dança, rap, performances e instalações multimídia — se entrelaçam com as memórias dos moradores sobre a enchente de 2009. Terceira parte da “Trilogia das Águas”, o trabalho resgata histórias de migrantes nordestinos e pratica o “contrateatro”, uma abordagem anticolonial que transforma o deslocamento físico em construção de memória coletiva.

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Ocupação Noite das Estrelas

A Noite das Estrelas é uma ocupação artística que celebra a memória LGBTQIAPN+ nas favelas da Maré, Rio de Janeiro. Nascida de shows que Ney e Menga organizaram nos anos 1980, a ocupação contemporânea, dirigida pela Entidade Maré, estreiou em 2023 como espetáculo multifacetado: apresentação, filme, fotografia e experiência imersiva. Protagonizada por artistas negros da Maré, reafirma histórias de resistência e celebração da comunidade.

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Uma pessoa vestindo camisa branca e calça amarela agacha-se energicamente entre plantas verdes, com um rosto expressivo e punhos erguidos, em frente a uma parede cor de ferrugem. Foto: Guto Muniz

A lenda de Ananse: um herói com rosto africano

Baseado na mitologia Ashanti, (grupo étnico-linguístico localizado em Gana – País do oeste africano) o espetáculo narra as aventuras vividas por um velho de nome Kwaku Ananse para trazer do céu as histórias guardadas por Nyame – O deus do céu, num baú encantado que só lhe será entregue após serem cumpridas três importantes tarefas, capturar: Ozebo – O leopardo de dentes terríveis, Nmboro – O maribondo que ferroa como fogo e Moatha – A fada que nunca foi vista, missão que só se fará possível graças à grande sabedoria desse herói – dádiva que só o tempo traz.

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Zumbi está vivo e continua lutando

Zumbi está vivo e continua lutando é a terceira versão da peça teatral Zumbi, criada em 1995 por Marcio Meirelles, Aninha Franco e o Bando de Teatro Olodum. Uma segunda versão foi criada logo na sequência e apresentada em Londres, na Inglaterra. Ainda em 1995, com o retorno de Marcio Meirelles para o Brasil, foi realizada a terceira versão: Zumbi está vivo e continua lutando. O projeto faz parte das homenagens organizadas em torno dos 300 anos da morte do líder negro Zumbi, um dos principais organizadores do Quilombo de Palmares. A peça resgata o contexto histórico de Palmares e contribui para ampliar o processo de discussão sobre o negro na sociedade atual, ainda, em sua maioria, marginalizado e vivendo em situação de pobreza.

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Uma mulher idosa está sentada em uma cadeira vermelha lendo um pedaço de papel, enquanto uma mulher mais jovem ao lado dela, vestida com uma jaqueta amarela, está inclinada com a cabeça apoiada na mão contra uma parede pintada de azul e turquesa. Foto: Tetembua Dandara

Eu tenho uma história que se parece com a minha

A obra atravessa diferentes gerações da família da artista Tetembua Dandara. Ativada pelo encontro da performer e sua avó, Dirce Poli, com intervenções de sua mãe, Neuza Poli, e de sua irmã, Mafoane Odara. A instalação convida o público a adentrar um espaço que remete a uma sala de vó, a um quintal ou mesmo a uma festa dos anos 1990. Ali, narrativas são reconstruídas pelas vozes, sabores e olhares dos presentes, que podem transitar pelo espaço e pelas histórias por quanto tempo desejarem. O trabalho teve como ponto de partida o livro fotográfico homônimo idealizado pela performer, que traz espaços em branco (e preto), estabelecendo um diálogo de imagens e poucas palavras.

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Representação artística de um bebê deitado de costas, estendendo os braços em direção a um tamborete.. O fundo apresenta formas abstratas em tons quentes, criando uma atmosfera texturizada e onírica. No canto inferior direito, sobreposta à imagem, está a logo do projeto "O teatro e a democracia brasileira". Arte: Manu Militão

Uma boneca no lixo

O espetáculo é um monólogo musical que discute a temática da “diferença” num país multicultural. É a estória de um bebê negro encontrado por uma enfermeira japonesa numa lata de lixo, na periferia da Grande São Paulo. A partir daí, vários personagens buscam soluções diante do conflito gerado pelas diferenças. O texto é pontuado por músicas executadas pelo grupo de percussão Asé-Dudú.

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Menino Mandela

Zoe, neta de Nelson Mandela, precisa fazer um trabalho de escola sobre seu avô e contar como foi sua infância na aldeia sul-africana Qunu. Conversando com o avô e revolvendo suas memórias, Zoe é transportada através de uma “fenda no espaço-tempo” para 1926, onde ela encontra o menino Rolihlahla, que se desdobra para aproveitar ao máximo a vida entre brincadeiras, obrigações e o aprendizado com os anciões de sua tribo. Quando Rolihlahla começa a frequentar a escola, recebe de sua professora um novo nome, Nelson. Às voltas com um mundo repleto de hábitos e saberes novos, o menino vai enfrentar a perda precoce do pai e a despedida da mãe, que precisa entregá-lo aos cuidados de seu tutor, o Rei Jongintaba.

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Dois atores atuam no palco. Um agacha-se com uma roupa colorida e um chapéu, enquanto o outro fica de pé, usando um binóculo improvisado e roupas esfarrapadas. O cenário inclui uma árvore improvisada e adereços espalhados ao redor. A iluminação é dramática e temperamental. Foto: Guto Muniz

Quase Árvore

A peça teatral, inspirada nos poemas de Manoel de Barros, aborda o tema natureza de maneira poética e sensível, destacando o encontro entre gerações, a transição da infância para a adolescência e o apreço pela poesia. O velho poeta Carvalho guia o menino Carocinho em uma jornada em busca do pai (representado pela árvore) e da mãe (simbolizada pelo passarinho), explorando temas como a natureza, o crescimento e a arte. O espetáculo encanta com sua abordagem lúdica e emocionante sobre a conexão com a natureza e a magia da poesia.

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Pinóquio

A peça infantil Pinóquio é a primeira opereta da Cia PeQuod Teatro de Animação, em parceria com o músico e arranjador Tim Rescala, comemorando 21 anos da premiada companhia. O espetáculo, voltado a todos os públicos, é uma adaptação fiel à fábula de Carlo Collodi, e conta a história do boneco de madeira que sonha em ser gente, através da linguagem musical, mas com fortes referências ao Circo do século XIX.

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Um boneco com uma roupa listrada é segurado no alto por três artistas, um homem e duas mulheres, em trajes teatrais e maquiagem preta e branca que destaca os ossos do rosto Os trajes deles apesar de diversos, são todos numa paleta de cor preta e branca com listras, assim como a roupa do boneco. Cada artista estende a mão em direção ao boneco contra um fundo escuro com luzes sutis semelhantes a estrelas. Foto: Renato Mangolin

Cabelos Arrepiados

A opereta infantojuvenil Cabelos Arrepiados, de Karen Acioly, com encenação do Buia Teatro de Manaus, conta a história de cinco crianças que não conseguem dormir. Ao mesmo tempo que enfrentam os efeitos da privação de sono e de sonhos, elas refletem sobre temas como amizade, o diálogo com os pais e os perigos do consumismo e da destruição do meio ambiente.

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