Trilhas da Cena

Em acervo

Namíbia, Não!

O espetáculo narra a história dos advogados André e Antônio. Eles são surpreendidos por uma Medida Provisória do governo que obriga os cidadãos com características de ascendência africana a regressarem aos seus países de origem.Todos devem ser capturados e devolvidos à África, sob o pretexto de “corrigir” o erro da escravização. Sua narrativa se desenrola em torno de uma realidade distópica em um Brasil do futuro.

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Um boneco com uma roupa listrada é segurado no alto por três artistas, um homem e duas mulheres, em trajes teatrais e maquiagem preta e branca que destaca os ossos do rosto Os trajes deles apesar de diversos, são todos numa paleta de cor preta e branca com listras, assim como a roupa do boneco. Cada artista estende a mão em direção ao boneco contra um fundo escuro com luzes sutis semelhantes a estrelas. Foto: Renato Mangolin

Cabelos Arrepiados

A opereta infantojuvenil Cabelos Arrepiados, de Karen Acioly, com encenação do Buia Teatro de Manaus, conta a história de cinco crianças que não conseguem dormir. Ao mesmo tempo que enfrentam os efeitos da privação de sono e de sonhos, elas refletem sobre temas como amizade, o diálogo com os pais e os perigos do consumismo e da destruição do meio ambiente.

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Corpos Velhos, para que servem?

No espetáculo, cada bailarino traz seus gestos e movimentos enriquecidos por erros que se tornaram parte essencial do conhecimento. A performance oferece um diálogo não verbal e improvisado, carregado de memórias e histórias dos pioneiros da dança cênica, com mais de meio século de trajetórias individuais. Ao elevar esses corpos ao status de protagonistas, o trabalho revela a transversalidade e a urgência das questões relacionadas ao envelhecimento na sociedade. Além disso, celebra a continuidade da prática artística como um ato de resistência política, poética e subversiva, destacando a importância da arte em todas as fases da vida.

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Quatro atores, homens e mulheres, em trajes de época ornamentados, marrom-dourados, atuam no palco contra um fundo escuro. Uma atriz olha para frente, enquanto os outros olham em direções diferentes com expressões dramáticas, iluminados suavemente por uma luz quente. Foto: Renato Mangolin

Tempestade

A peça conta a história de um acerto de contas entre Próspera, Duquesa de Milão, e seu irmão Antônio. No passado, a Duquesa foi traída por ele, que, aproveitando-se do momento em que ela dedicava seu tempo aos cuidados da filha Miranda, recém-nascida, engendra um golpe de estado, com o apoio de Alonso, o Rei de Nápoles, lhe roubando o ducado, o que obriga Próspera a fugir com sua filha para evitar um destino cruel.

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Sonho de Uma noite de Verão na bahia

Em 2019 o dramaturgo e diretor João Falcão (Gabriela / Gonzagão – a lenda) estreou nacionalmente o musical Sonho de uma noite de verão na Bahia, no Teatro Gregório de Mattos. Na versão de Adriana Falcão para a centenária comédia de Shakespeare, os reis Titânia e Oberon, o debochado duende Puck e quatro fadas organizam uma excursão do Olimpo em direção à Terra para investigar a existência de humanos.

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Três mulheres com expressões variadas estão em fila, parcialmente visíveis no canto direito da imagem, com as mãos levantadas na altura de seus rostos em foco. Elas estão vestidas em tons de vermelho, branco e cinza, em um fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

O tempo não dá tempo

Com texto do humorista e poeta Gregório Duvivier, do escritor Gonçalo M. Tavares e do dramaturgo Oscar Saraiva, o espetáculo O Tempo Não Dá Tempo é uma montagem itinerante com direção de Duda Maia, e reuniu diferentes gerações como a bailarina e coreógrafa Angel Vianna – celebrando 90 anos de vida, Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva.

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Um homem com maquiagem de palhaço preta e branca, vestindo uma camisa branca e suspensórios, está sentado em uma sala sutilmente iluminada, olhando para baixo, ao lado de um grande contrabaixo. A iluminação projeta sombras dramáticas contra um fundo preto. Foto: Guto Muniz

O Contrabaixo

O CONTRABAIXO é um espetáculo que mergulha no cotidiano de um músico, contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Estado. Ali são expostos, de maneira sensível e profunda, os conflitos vividos pelo personagem, como músico profissional e como cidadão. Através do universo da música, o autor passa em revista as relações sociais e humanas do  mundo.

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Um grupo de pessoas, mulheres e homens, vestindo branco rastejam em uma rua enquanto um motociclista e um carro borrados passam. O fundo mostra uma vitrine e árvores. A cena transmite movimento e uma performance de rua incomum. Foto: Guto Muniz

CON-TEMP[L]O

Livremente inspirado no poema O Homem que Contempla de Rainer Maria Rilke, este trabalho investiga o que entendemos por intervenção urbana ao criar uma relação com o nosso entorno através de um estado de atenção, de escuta e de presença extraordinárias. Imagens, relações, sons e gestos serão construídos a medida que um indivíduo, acompanhado de sua vasta imaginação, atravessa um longo trecho da cidade.

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