Trilhas da Cena

Dança

Rotatória

Um homem chega sozinho numa rotatória.
A rotatória para ele simboliza o mundo e nela, ele construirá um universo abstrato com ossos de animais de tamanhos desproporcionais.
Sua relação com estes objetos será o mote de desenvolvimento da performance, inspirado nas imagens do artista plástico Slinkachu no livro “Little People in The City”

Rotatória Read More »

Dançarinos, homens e mulheres, em vestidos e roupas coloridas se apresentam expressivamente com os braços erguidos em um palco coberto de papel branco espalhado. A frente do grupo uma mulher, de vestido marrom claro, tem os braços abaixados junto ao corpo enquanto executa o movimento de caminhar com uma das pernas ainda no ar com olhar distante O fundo pouco iluminado destaca os movimentos vibrantes e poses dinâmicas do grupo, iluminados por luzes suaves e quentes. Foto: Guto Muniz

Pó de Nuvens

Para os 30 anos do Grupo de Dança 1° Ato, os coreógrafos Denise Namura e Michael Bugdahn propõem uma obra que pode ser vista como uma travessia. Travessia de uma temporalidade onde o passado, presente e futuro se misturam para se tornar um tempo além do tempo.

Neste espetáculo, organizado como um livro com capa, capítulos e contracapa, dois grandes mineiros serão companheiros de viagem: João Guimarães Rosa e Milton Nascimento, suas vidas e obras

Pó de Nuvens Read More »

Artistas em trajes vermelhos com branco, texturizados, atuam em uma passarela cercados por uma plateia. Uma mulher fica de pé com os braços levantados, e outra deita no chão a sua frente. A cena é iluminada por luzes vermelhas e quentes. Ao fundo se vê vários vestidos suspensos pelos cabides de forma dispersa enquanto na penumbra juntamente com outras figuras. Foto: Renato Mangolin

Ferida Sábia

Ferida Sábia explora o universo feminino a partir de um ponto de vista autobiográfico, tratando dos ritos de passagem da puberdade, da maternidade e da velhice. A performance compõe a trilogia Afinal o que Há por Trás da Coisa Corporal?, iniciada em 2010 pela também coreógrafa AnaVitória, que dirige a montagem.

Ferida Sábia Read More »

Um grupo de pessoas, mulheres e homens, vestindo branco rastejam em uma rua enquanto um motociclista e um carro borrados passam. O fundo mostra uma vitrine e árvores. A cena transmite movimento e uma performance de rua incomum. Foto: Guto Muniz

CON-TEMP[L]O

Livremente inspirado no poema O Homem que Contempla de Rainer Maria Rilke, este trabalho investiga o que entendemos por intervenção urbana ao criar uma relação com o nosso entorno através de um estado de atenção, de escuta e de presença extraordinárias. Imagens, relações, sons e gestos serão construídos a medida que um indivíduo, acompanhado de sua vasta imaginação, atravessa um longo trecho da cidade.

CON-TEMP[L]O Read More »

Uma mulher mais velha, de camisa vermelha de manga longa e calça preta, está deitada em um palco de madeira com as pernas levantadas ao alto e aos mãos atrás de sua cabeça como um travesseiro. Uma de suas pernas se encontra dobrada com o tornozelo sobre o joelho da perna esticada para cima. Seu corpo está virado para a esquerda da imagem. De costas para a câmera, um pouco mais ao fundo, uma outra mulher, usando um vestido de saia estampada de flores e corpete vermelho, se encontra sentada no chão, com postura ereta, cabelo preso e uma de suas mãos em suas costas. O palco possui uma iluminação quente e dispersa com o fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

Qualquer coisa a gente muda

Qualquer coisa a gente muda é um experimento coreográfico que celebra os 85 anos de Angel Vianna, dos quais 66 dedicados inteiramente a dança. A supressão é o que motiva a encenação. Esses atos de substituição formam uma narrativa construída pelo encontro entre o público e a atenção de Angel Vianna sobre o espaço cênico. Sua sensibilidade, seus gestos e suas intenções. Em justaposição, a bailarina Maria Alice Poppe introduz uma dança que acrescenta volume e expansão a cena e propõe uma organização sequencial Acionada pela memória imediata, um cardápio de possibilidades impulsionado pela atenção à movimentação que é construída passo a passo.

Qualquer coisa a gente muda Read More »

Cinco dançarinos, mulheres e homens, fazem parada de cabeça no palco com pouca iluminação, alguns usando saias texturizadas em camadas em várias cores e padrões e outros com calças escuras. O holofote dramático destaca os designs exclusivos de suas saias contra um fundo escuro. Foto: Guto Muniz

Do Lado Esquerdo de Quem Sobe

Neste espetáculo, Mimulus Cia de Dança identifica olhares, se orienta e se localiza Do lado esquerdo de quem sobe a rua, de quem sobe o morro, de quem sobe a história, de quem sobe o corpo. Descobre que Yamandú Costa, além de imprimir a virtuosidade característica às músicas que toca, as faz soarem como choro, mesmo quando executa músicas que não são brasileiras. O encontro entre o gaúcho Yamandú Costa e a mineira Mimulus Cia de Dança era previsível. A sede da Cia fica à esquerda de quem sobe a Rua Ituiutaba que, por sua vez, corre paralela à Rua dos Pampas. E, no infinito, as paralelas se encontram, mais exatamente no lado esquerdo de quem sobe.

Do Lado Esquerdo de Quem Sobe Read More »

Um homem e uma mulher, estão de pé próximas um do outro no palco sob iluminação vermelha, cada um com as mãos apoiadas sob a mesa suspensa. Um banco é visível ao fundo. Foto: Guto Muniz

Città

Città é o segundo trabalho da No Ar inspirado no cinema. Foi criado a partir da visão dos bailarinos sobre como Fellini construiu sua arte. A admiração pelo trabalho do diretor e seus pensamentos mágicos levou o grupo a buscar novos caminhos, investigar fantasias, dialogar com o desejo e a visão de dança para cada um. O grupo define Città como o lugar do sonho, fruto de uma construção lenta e minuciosa, feita a várias mãos. O resultado é uma dança picada, inventada quase na boca de cena, às vezes suja, imprecisa, permeada da não dança, imersa em cenas que povoam pensamentos.

Città Read More »

Liqueurs de Chair

“O corpo, lugar privilegiado dos fantasmas, possui em si todos os signos, esbanja uma infinidade de sentidos, deixa-se traduzir em vários níveis, ou ainda, como uma boneca “gigogne” que esconde um sentido dentro de outro. Em Liqueurs de Chair, o objetivo seria retirar do corpo um contentamento sensual e erótico a ponto de levá-lo aos limites do desequilíbrio dos sentidos. “Angelin Preljocaj

Liqueurs de Chair Read More »

DeCor

A artista Denise Stutz inscreve em seu corpo a questão da memória e as relações da sua identidade na dança, na cena e no movimento. Assim, se permite brincar com o espaço e o tempo, fazendo dessa dança um jogo de imaginação. Em alguns momentos, ela transforma o espectador em parceiro e o convida a ter um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.

DeCor Read More »

Uma mulher de vestido branco está sentada em um sofá vermelho, olhando para baixo, enquanto um homem de camisa branca e calça bege está deitado na extremidade oposta, olhando para cima. A cena é pouco iluminada e tem uma fonte de luz atrás deles. Foto: Guto Muniz

No Ar

O espetáculo foi inspirado na obra do cineasta Alfred Hitchcock. O suspense de seus filmes levou a companhia a investigar um estado físico de suspensão e tensão que percorre todo o trabalho, ambientado pelas trilhas de Bernard Herrmann e diálogos de alguns dos filmes do cineasta.

No Ar Read More »