Trilhas da Cena

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Urgente

Sua vida se deu no passado, é atropelada pelo presente, é adiada pra quando? Urgente, espetáculo da Cia. Luna Lunera, em parceria com o Areas Coletivo de Arte, é a captura do tempo de cinco pessoas. Cotidianos ordinários num espaço condensado. Relações inflamadas. O que se pode – ainda – desejar? É a vida se dando num lugar rachado.

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Dança Macabra

Um cubo que se mexe sozinho, uma mulher que desaparece, ou o pássaro negro da bruxa que agora anda solto pelo mundo, sem ter mais um ombro onde pousar. Dança macabra é uma performance solo criada a partir de reflexões acerca das representações do macabro, da morte e da sobrevivência – um processo de investigação de diferentes formas de resistência e expressão frente à morte ou à mortificação de algo. Onde reside o morto? O espaço é experimentado como um espaço de tensão, entre o que se apresenta e o que resiste a se dar a ver.

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Uma mulher de vestido e cardigan está sentada, parecendo preocupada. Atrás dela, uma pessoa com o rosto enfaixado está sentada em uma cadeira, vestindo um terno e gravata borboleta vermelha. Outra pessoa está de pé ao fundo, como se tivesse saindo por uma porta, de terno e gravata. O fundo parece de madeira com algumas texturas e relevos. A iluminação é quente e suave. Foto: Guto Muniz

Humor

Um homem carrega uma rara doença, pombos infestam sua casa, um cacto toma conta do jardim. Outras pessoas o rodeiam tentando fazê-lo reviver memórias e gestos, enquanto se perguntam se é possível continuar.

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Um grupo de dançarinos e dançarinas se apresentando energicamente no palco. Eles estão usando trajes em tons de terra, e a iluminação cria uma atmosfera dramática com tons escuros e melancólicos. Os dançarinos estão se movendo em uníssono com poses dinâmicas e expressivas. Duas dançarinas no palco fazem uma pose dramática. A dançarina da esquerda está de cabeça para baixo, usando uma saia vermelha que cobre seu tronco de cabeça pra baixo, parecida com uma rosa. O dançarino da direita se inclina para frente em uma roupa preta e dourada. O fundo é escuro e somente as dançarinas são sutilmente iluminadas. Foto: Guto Muniz

Entre o Céu e as Serras

A montagem traz diversas referências culturais ao período barroco e à formação da identidade do povo mineiro. A religiosidade, o domínio português e a resistência da cultura negra, o contato do homem com a natureza e os desdobramentos dessas vivências foram conceitos pesquisados e traduzidos para o espetáculo de forma contemporânea pela Cia. de Dança.

Entre o Céu e as Serras navega pelos sentidos e significados da música, texto e corpos inscritos nos rituais e festividades das comunidades afrodescendentes, agentes expressivos de tradições e espiritualidade.

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Uma boneca de madeira com cabelo curto e óculos redondos está sentada dentro de um guarda-chuva branco aberto. Uma mão usando uma luva preta segura o pequeno guarda-chuva por trás. A cena é suavemente iluminada contra um fundo escuro. Foto: Guto Muniz

O Som das Cores

A partir do poema “O Cego” do checo Rainer Maria Rilke e do livro “O Som das Cores” do taiwanês Jimmy Liao, além das influências de várias fantasias cinematográficas, o espetáculo “O Som das Cores” traz a história de Lúcia, uma adolescente que perde a visão aos 15 anos e pensando que seu cachorro havia fugido com seus olhos, sai em busca dele. No subterrâneo das estações do Metrô e fora delas enfrenta perigos, derrota inimigos, e a tentativa de recuperar sua visão se transforma na maior aventura de sua vida.

A montagem é para o público em geral. O tema é abordado a partir de recursos de ilusionismo e trilha sonora com efeitos surround, provocando emoções e propondo outra maneira de interpretar a partir da exploração dos sentidos.

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Rotatória

Um homem chega sozinho numa rotatória.
A rotatória para ele simboliza o mundo e nela, ele construirá um universo abstrato com ossos de animais de tamanhos desproporcionais.
Sua relação com estes objetos será o mote de desenvolvimento da performance, inspirado nas imagens do artista plástico Slinkachu no livro “Little People in The City”

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Um homem vestindo uma camisa branca e colares de contas segura algumas latinhas de metal, pintadas de branco, em sua mão esquerda. Ele olha para cima com uma expressão de emoção. Uma faixa vermelha com um desenho de pomba branca é visível ao fundo. Foto: Guto Muniz

Galanga, Chico Rei!

O espetáculo traça um panorama da fabulosa história da vida de Chico, rei de uma tribo do Congo que é trazido como escravo para o Brasil e torna-se herói. Na peça usa-se a congada – bailado dramático tradicional em vários estados brasileiros, principalmente em Minas Gerais, em que os figurantes representam, com cantos, danças, cortejos, cavalgadas, levantamento de mastros e muita música, a coroação de um rei do Congo, mesclando cultos católicos com africanos.

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Uma mulher com uma expressão focada e desdenhosa segura um cigarro, enquanto observa dois homens parcialmente visíveis em primeiro plano, desfocados, emoldurando seu rosto. Ela está usando uma roupa estampada e um cachecol de pele. O fundo é suavemente iluminado. Foto: Guto Muniz

O Líquido Tátil

O “Líquido Tátil” foi escrito em 1997 por Daniel Veronese. um dos nomes mais reverenciados do teatro contemporâneo. A sugestão para a montagem deste texto partiu do próprio diretor. A trama gira em torno de uma família e seus diálogos sobre as artes, o ato teatral e os desejos inconscientes que perseguem o homem.

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Dançarinos, homens e mulheres, em vestidos e roupas coloridas se apresentam expressivamente com os braços erguidos em um palco coberto de papel branco espalhado. A frente do grupo uma mulher, de vestido marrom claro, tem os braços abaixados junto ao corpo enquanto executa o movimento de caminhar com uma das pernas ainda no ar com olhar distante O fundo pouco iluminado destaca os movimentos vibrantes e poses dinâmicas do grupo, iluminados por luzes suaves e quentes. Foto: Guto Muniz

Pó de Nuvens

Para os 30 anos do Grupo de Dança 1° Ato, os coreógrafos Denise Namura e Michael Bugdahn propõem uma obra que pode ser vista como uma travessia. Travessia de uma temporalidade onde o passado, presente e futuro se misturam para se tornar um tempo além do tempo.

Neste espetáculo, organizado como um livro com capa, capítulos e contracapa, dois grandes mineiros serão companheiros de viagem: João Guimarães Rosa e Milton Nascimento, suas vidas e obras

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Artistas em trajes vermelhos com branco, texturizados, atuam em uma passarela cercados por uma plateia. Uma mulher fica de pé com os braços levantados, e outra deita no chão a sua frente. A cena é iluminada por luzes vermelhas e quentes. Ao fundo se vê vários vestidos suspensos pelos cabides de forma dispersa enquanto na penumbra juntamente com outras figuras. Foto: Renato Mangolin

Ferida Sábia

Ferida Sábia explora o universo feminino a partir de um ponto de vista autobiográfico, tratando dos ritos de passagem da puberdade, da maternidade e da velhice. A performance compõe a trilogia Afinal o que Há por Trás da Coisa Corporal?, iniciada em 2010 pela também coreógrafa AnaVitória, que dirige a montagem.

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