Trilhas da Cena

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5 Danças

5 DANÇAS é formada por 5 peças solo apresentadas em sequência, entre intervalos. É um convite para que o público mergulhe na história da dança de 5 dançarinas – nascidas entre 1960 e 1969 – com atuação profissional ininterrupta de 40 anos, entre dançar e dar aulas de dança.

As 5 peças, co-peças, circunscritas no mesmo espaço apresentam uma variedade, a partir da diferença, de modos de viver a dança na cena. Entram no jogo de montagem e exibição das peças assuntos como habilidade, expressão, pedagogia, intimidade e auto dança.

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DeCor

A artista Denise Stutz inscreve em seu corpo a questão da memória e as relações da sua identidade na dança, na cena e no movimento. Assim, se permite brincar com o espaço e o tempo, fazendo dessa dança um jogo de imaginação. Em alguns momentos, ela transforma o espectador em parceiro e o convida a ter um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.

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Uma mulher mais velha, de camisa vermelha de manga longa e calça preta, está deitada em um palco de madeira com as pernas levantadas ao alto e aos mãos atrás de sua cabeça como um travesseiro. Uma de suas pernas se encontra dobrada com o tornozelo sobre o joelho da perna esticada para cima. Seu corpo está virado para a esquerda da imagem. De costas para a câmera, um pouco mais ao fundo, uma outra mulher, usando um vestido de saia estampada de flores e corpete vermelho, se encontra sentada no chão, com postura ereta, cabelo preso e uma de suas mãos em suas costas. O palco possui uma iluminação quente e dispersa com o fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

Qualquer coisa a gente muda

Qualquer coisa a gente muda é um experimento coreográfico que celebra os 85 anos de Angel Vianna, dos quais 66 dedicados inteiramente a dança. A supressão é o que motiva a encenação. Esses atos de substituição formam uma narrativa construída pelo encontro entre o público e a atenção de Angel Vianna sobre o espaço cênico. Sua sensibilidade, seus gestos e suas intenções. Em justaposição, a bailarina Maria Alice Poppe introduz uma dança que acrescenta volume e expansão a cena e propõe uma organização sequencial Acionada pela memória imediata, um cardápio de possibilidades impulsionado pela atenção à movimentação que é construída passo a passo.

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Foto: Carol Pires

Terceiro Corpo

“Terceiro Corpo” é um solo de dança criado pela artista da dança, curadora e gestora cultural Mariana Pimentel em uma parceria criativa com a atriz e iluminadora Karina Figueredo, na qual investigam a relação entre corpo, luz e visualidades como dramaturgia central do espetáculo.

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Três mulheres com expressões variadas estão em fila, parcialmente visíveis no canto direito da imagem, com as mãos levantadas na altura de seus rostos em foco. Elas estão vestidas em tons de vermelho, branco e cinza, em um fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

O tempo não dá tempo

Com texto do humorista e poeta Gregório Duvivier, do escritor Gonçalo M. Tavares e do dramaturgo Oscar Saraiva, o espetáculo O Tempo Não Dá Tempo é uma montagem itinerante com direção de Duda Maia, e reuniu diferentes gerações como a bailarina e coreógrafa Angel Vianna – celebrando 90 anos de vida, Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva.

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CARANGUEJA

Uma mulher, que não sabemos bem de onde nem de que tempo vem, é atravessada por múltiplas vozes que ouvimos como se estivéssemos dentro de sua cabeça. Entre elas, há desde uma voz de aeroporto até alguém que lê uma notícia de jornal ou um programa de rádio que ensina uma receita de moqueca. As vozes falam de diferentes formas através do corpo da mulher e vão desenhando pistas do que está acontecendo. Uma espécie de metamorfose vai se dando ao longo da ação, levando essa mulher a viver num limiar entre humano e crustáceo, entre mulher e carangueja.

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Pipas

PIPAS acompanha a personagem fictícia Cláudia, mulher periférica que vive as alegrias e amarguras da vida na favela, ao lidar com situações que colocam em xeque seus direitos como mulher. Baseada em histórias reais, de figuras femininas que inspiram a comunidade do Complexo do Alemão, a trama revive a trajetória da protagonista, partindo do momento em que ela tem todas as suas perspectivas e sonhos frustrados por uma gravidez indesejada, aos 15 anos de idade.

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Um homem com maquiagem de palhaço preta e branca, vestindo uma camisa branca e suspensórios, está sentado em uma sala sutilmente iluminada, olhando para baixo, ao lado de um grande contrabaixo. A iluminação projeta sombras dramáticas contra um fundo preto. Foto: Guto Muniz

O Contrabaixo

O CONTRABAIXO é um espetáculo que mergulha no cotidiano de um músico, contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Estado. Ali são expostos, de maneira sensível e profunda, os conflitos vividos pelo personagem, como músico profissional e como cidadão. Através do universo da música, o autor passa em revista as relações sociais e humanas do  mundo.

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