Trilhas da Cena

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Sobrevivente

SOBREVIVENTE é o segundo espetáculo da “Trilogia para adiar o fim”, iniciada por Nena Inoue em “Para Não Morrer”, espetáculo que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz. Dessa vez, a artista convidou o dramaturgo e encenador amazonense Henrique Fontes (Prêmio Shell Dramaturgia), para compartilhar da nova criação, onde o teatro documental é a força motora para mostrar o apagamento dos trajetos percorridos pelos povos originários, das mulheres da família da atriz, especialmente de sua avó materna, possivelmente indígena.

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Sonho de Uma noite de Verão na bahia

Em 2019 o dramaturgo e diretor João Falcão (Gabriela / Gonzagão – a lenda) estreou nacionalmente o musical Sonho de uma noite de verão na Bahia, no Teatro Gregório de Mattos. Na versão de Adriana Falcão para a centenária comédia de Shakespeare, os reis Titânia e Oberon, o debochado duende Puck e quatro fadas organizam uma excursão do Olimpo em direção à Terra para investigar a existência de humanos.

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Artistas em trajes vermelhos com branco, texturizados, atuam em uma passarela cercados por uma plateia. Uma mulher fica de pé com os braços levantados, e outra deita no chão a sua frente. A cena é iluminada por luzes vermelhas e quentes. Ao fundo se vê vários vestidos suspensos pelos cabides de forma dispersa enquanto na penumbra juntamente com outras figuras. Foto: Renato Mangolin

Ferida Sábia

Ferida Sábia explora o universo feminino a partir de um ponto de vista autobiográfico, tratando dos ritos de passagem da puberdade, da maternidade e da velhice. A performance compõe a trilogia Afinal o que Há por Trás da Coisa Corporal?, iniciada em 2010 pela também coreógrafa AnaVitória, que dirige a montagem.

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A Contadora de Filmes

O espetáculo mostra a história de uma menina com um talento raro para contar filmes. Assim, através da imaginação e magia, em um ato de oralidade, Maria Margarita supera a sua pobreza e o drama familiar vividos nesse pequeno vilarejo, cercado pelas minas de sal. Baseado na obra homônima do escritor chileno Hernán Rivera Letelier, “A Contadora de Filmes” é uma história protagonizada pela força do feminino, que resiste e mantém viva a memória de seu povo. Assim, a montagem do Grupo Atrás do Pano mostra uma história autenticamente latino-americana, permeada por sonhos e duras realidades.

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Asteroide AP612

Inspirada na obra “O Pequeno Príncipe”, em performance solo, a atriz Ana Flávia Garcia alerta para a beleza e a importância da simplicidade. Ela mostra que pequenas ações cotidianas e gestos como o afeto, o cuidado e a empatia, ou mesmo a arte, são atitudes políticas essenciais, ainda que pareçam invisíveis. “O espetáculo ASTEROIDE AP612 nasce desse desejo de cuidado e de atenção ao que é invisível. É um gesto de alerta para o presente, mas também de esperança quanto ao que podemos plantar para o futuro e nos corações”, explica o diretor e dramaturgo Roberto Dagô, que se baseou no universo poético de Exupéry para refletir sobre o Fascismo e o adulto contemporâneo.

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5 Danças

5 DANÇAS é formada por 5 peças solo apresentadas em sequência, entre intervalos. É um convite para que o público mergulhe na história da dança de 5 dançarinas – nascidas entre 1960 e 1969 – com atuação profissional ininterrupta de 40 anos, entre dançar e dar aulas de dança.

As 5 peças, co-peças, circunscritas no mesmo espaço apresentam uma variedade, a partir da diferença, de modos de viver a dança na cena. Entram no jogo de montagem e exibição das peças assuntos como habilidade, expressão, pedagogia, intimidade e auto dança.

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DeCor

A artista Denise Stutz inscreve em seu corpo a questão da memória e as relações da sua identidade na dança, na cena e no movimento. Assim, se permite brincar com o espaço e o tempo, fazendo dessa dança um jogo de imaginação. Em alguns momentos, ela transforma o espectador em parceiro e o convida a ter um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.

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Uma mulher mais velha, de camisa vermelha de manga longa e calça preta, está deitada em um palco de madeira com as pernas levantadas ao alto e aos mãos atrás de sua cabeça como um travesseiro. Uma de suas pernas se encontra dobrada com o tornozelo sobre o joelho da perna esticada para cima. Seu corpo está virado para a esquerda da imagem. De costas para a câmera, um pouco mais ao fundo, uma outra mulher, usando um vestido de saia estampada de flores e corpete vermelho, se encontra sentada no chão, com postura ereta, cabelo preso e uma de suas mãos em suas costas. O palco possui uma iluminação quente e dispersa com o fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

Qualquer coisa a gente muda

Qualquer coisa a gente muda é um experimento coreográfico que celebra os 85 anos de Angel Vianna, dos quais 66 dedicados inteiramente a dança. A supressão é o que motiva a encenação. Esses atos de substituição formam uma narrativa construída pelo encontro entre o público e a atenção de Angel Vianna sobre o espaço cênico. Sua sensibilidade, seus gestos e suas intenções. Em justaposição, a bailarina Maria Alice Poppe introduz uma dança que acrescenta volume e expansão a cena e propõe uma organização sequencial Acionada pela memória imediata, um cardápio de possibilidades impulsionado pela atenção à movimentação que é construída passo a passo.

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Foto: Carol Pires

Terceiro Corpo

“Terceiro Corpo” é um solo de dança criado pela artista da dança, curadora e gestora cultural Mariana Pimentel em uma parceria criativa com a atriz e iluminadora Karina Figueredo, na qual investigam a relação entre corpo, luz e visualidades como dramaturgia central do espetáculo.

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Três mulheres com expressões variadas estão em fila, parcialmente visíveis no canto direito da imagem, com as mãos levantadas na altura de seus rostos em foco. Elas estão vestidas em tons de vermelho, branco e cinza, em um fundo escuro. Foto: Renato Mangolin

O tempo não dá tempo

Com texto do humorista e poeta Gregório Duvivier, do escritor Gonçalo M. Tavares e do dramaturgo Oscar Saraiva, o espetáculo O Tempo Não Dá Tempo é uma montagem itinerante com direção de Duda Maia, e reuniu diferentes gerações como a bailarina e coreógrafa Angel Vianna – celebrando 90 anos de vida, Ciro Sales, Juliana Linhares, Marina Vianna e Oscar Saraiva.

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