Trilhas da Cena

Espaço alternativo

Uma boneca de madeira com cabelo curto e óculos redondos está sentada dentro de um guarda-chuva branco aberto. Uma mão usando uma luva preta segura o pequeno guarda-chuva por trás. A cena é suavemente iluminada contra um fundo escuro. Foto: Guto Muniz

O Som das Cores

A partir do poema “O Cego” do checo Rainer Maria Rilke e do livro “O Som das Cores” do taiwanês Jimmy Liao, além das influências de várias fantasias cinematográficas, o espetáculo “O Som das Cores” traz a história de Lúcia, uma adolescente que perde a visão aos 15 anos e pensando que seu cachorro havia fugido com seus olhos, sai em busca dele. No subterrâneo das estações do Metrô e fora delas enfrenta perigos, derrota inimigos, e a tentativa de recuperar sua visão se transforma na maior aventura de sua vida.

A montagem é para o público em geral. O tema é abordado a partir de recursos de ilusionismo e trilha sonora com efeitos surround, provocando emoções e propondo outra maneira de interpretar a partir da exploração dos sentidos.

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Um homem vestindo uma camisa branca e colares de contas segura algumas latinhas de metal, pintadas de branco, em sua mão esquerda. Ele olha para cima com uma expressão de emoção. Uma faixa vermelha com um desenho de pomba branca é visível ao fundo. Foto: Guto Muniz

Galanga, Chico Rei!

O espetáculo traça um panorama da fabulosa história da vida de Chico, rei de uma tribo do Congo que é trazido como escravo para o Brasil e torna-se herói. Na peça usa-se a congada – bailado dramático tradicional em vários estados brasileiros, principalmente em Minas Gerais, em que os figurantes representam, com cantos, danças, cortejos, cavalgadas, levantamento de mastros e muita música, a coroação de um rei do Congo, mesclando cultos católicos com africanos.

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Artistas em trajes vermelhos com branco, texturizados, atuam em uma passarela cercados por uma plateia. Uma mulher fica de pé com os braços levantados, e outra deita no chão a sua frente. A cena é iluminada por luzes vermelhas e quentes. Ao fundo se vê vários vestidos suspensos pelos cabides de forma dispersa enquanto na penumbra juntamente com outras figuras. Foto: Renato Mangolin

Ferida Sábia

Ferida Sábia explora o universo feminino a partir de um ponto de vista autobiográfico, tratando dos ritos de passagem da puberdade, da maternidade e da velhice. A performance compõe a trilogia Afinal o que Há por Trás da Coisa Corporal?, iniciada em 2010 pela também coreógrafa AnaVitória, que dirige a montagem.

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Concerto para Rameirinhas

Concerto para Rameirinhas, da CiaSenhas de Teatro foi criado a partir de 2 contos da escritora paranaense Luci Collin. A profunda humanidade dos personagens de Collin e sua narrativa pungente dialoga diretamente com a CiaSenhas, fundamentalmente, no que diz respeito ao exercício de perceber a realidade a partir de uma lente dupla: crueldade e delicadeza.
A encenação propõe uma brincadeira erótica que põe em jogo o prazer do corpo, da palavra, da presença do Outro, do flerte e do sexo.

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Um homem e uma mulher, estão de pé próximas um do outro no palco sob iluminação vermelha, cada um com as mãos apoiadas sob a mesa suspensa. Um banco é visível ao fundo. Foto: Guto Muniz

Città

Città é o segundo trabalho da No Ar inspirado no cinema. Foi criado a partir da visão dos bailarinos sobre como Fellini construiu sua arte. A admiração pelo trabalho do diretor e seus pensamentos mágicos levou o grupo a buscar novos caminhos, investigar fantasias, dialogar com o desejo e a visão de dança para cada um. O grupo define Città como o lugar do sonho, fruto de uma construção lenta e minuciosa, feita a várias mãos. O resultado é uma dança picada, inventada quase na boca de cena, às vezes suja, imprecisa, permeada da não dança, imersa em cenas que povoam pensamentos.

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DeCor

A artista Denise Stutz inscreve em seu corpo a questão da memória e as relações da sua identidade na dança, na cena e no movimento. Assim, se permite brincar com o espaço e o tempo, fazendo dessa dança um jogo de imaginação. Em alguns momentos, ela transforma o espectador em parceiro e o convida a ter um olhar de contemplação, imagens e pensamentos.

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Uma pessoa com roupa branca e boné está sentada em uma cadeira sob iluminação fraca. Uma grande projeção do rosto de uma noiva com um véu aparece em um fundo de portas com painéis. No primeiro plano, duas grandes formas de rodas são parcialmente visíveis. Foto: Guto Muniz

A Casa de Bernarda Alba

A Casa de Bernarda Alba do Grupo Oficcina Multimédia foi pensada como uma casa móvel, onde se enfumaçam os contornos entre o sonho e a realidade. A história se passa no interior da Espanha em meados do século passado. Tudo tem início quando a viúva Bernarda Alba decreta um luto de 8 anos para a família, encarcerando suas 5 filhas jovens dentro de casa. Neste ambiente sufocante, portas e janelas se abrem para o nada e os personagens circulam nervosos, ruminando seu próprio sofrimento enquanto tecem a cada passo a trama trágica de uma família onde ninguém vai ser poupado.

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Uma mulher de vestido branco está sentada em um sofá vermelho, olhando para baixo, enquanto um homem de camisa branca e calça bege está deitado na extremidade oposta, olhando para cima. A cena é pouco iluminada e tem uma fonte de luz atrás deles. Foto: Guto Muniz

No Ar

O espetáculo foi inspirado na obra do cineasta Alfred Hitchcock. O suspense de seus filmes levou a companhia a investigar um estado físico de suspensão e tensão que percorre todo o trabalho, ambientado pelas trilhas de Bernard Herrmann e diálogos de alguns dos filmes do cineasta.

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Dois atores no palco, um com um livro aberto na cabeça, ambos vestidos com trajes medievais. A cena é tem uma iluminação suave, criando uma atmosfera dramática. Um ator parece contemplativo enquanto o outro se inclina para frente com uma expressão intensa. Foto: Guto Muniz

Partido

O Visconde Medardo de Terralba volta da guerra partido ao meio. Apenas a metade má de Medardo retorna à Terralba, para espanto dos familiares, serviçais e conterrâneos, que o esperavam com ansiedade. Alguém observa tudo com os olhos cheios de espanto e curiosidade: é o Menino, sobrinho de Medardo, narrador do romance “O Visconde Partido ao Meio”, publicado por Ítalo Calvino, em 1951.

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