Trilhas da Cena

Minas Gerais

Cinco dançarinos, mulheres e homens, fazem parada de cabeça no palco com pouca iluminação, alguns usando saias texturizadas em camadas em várias cores e padrões e outros com calças escuras. O holofote dramático destaca os designs exclusivos de suas saias contra um fundo escuro. Foto: Guto Muniz

Do Lado Esquerdo de Quem Sobe

Neste espetáculo, Mimulus Cia de Dança identifica olhares, se orienta e se localiza Do lado esquerdo de quem sobe a rua, de quem sobe o morro, de quem sobe a história, de quem sobe o corpo. Descobre que Yamandú Costa, além de imprimir a virtuosidade característica às músicas que toca, as faz soarem como choro, mesmo quando executa músicas que não são brasileiras. O encontro entre o gaúcho Yamandú Costa e a mineira Mimulus Cia de Dança era previsível. A sede da Cia fica à esquerda de quem sobe a Rua Ituiutaba que, por sua vez, corre paralela à Rua dos Pampas. E, no infinito, as paralelas se encontram, mais exatamente no lado esquerdo de quem sobe.

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Um homem e uma mulher, estão de pé próximas um do outro no palco sob iluminação vermelha, cada um com as mãos apoiadas sob a mesa suspensa. Um banco é visível ao fundo. Foto: Guto Muniz

Città

Città é o segundo trabalho da No Ar inspirado no cinema. Foi criado a partir da visão dos bailarinos sobre como Fellini construiu sua arte. A admiração pelo trabalho do diretor e seus pensamentos mágicos levou o grupo a buscar novos caminhos, investigar fantasias, dialogar com o desejo e a visão de dança para cada um. O grupo define Città como o lugar do sonho, fruto de uma construção lenta e minuciosa, feita a várias mãos. O resultado é uma dança picada, inventada quase na boca de cena, às vezes suja, imprecisa, permeada da não dança, imersa em cenas que povoam pensamentos.

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Um homem com maquiagem de palhaço preta e branca, vestindo uma camisa branca e suspensórios, está sentado em uma sala sutilmente iluminada, olhando para baixo, ao lado de um grande contrabaixo. A iluminação projeta sombras dramáticas contra um fundo preto. Foto: Guto Muniz

O Contrabaixo

O CONTRABAIXO é um espetáculo que mergulha no cotidiano de um músico, contrabaixista da Orquestra Sinfônica do Estado. Ali são expostos, de maneira sensível e profunda, os conflitos vividos pelo personagem, como músico profissional e como cidadão. Através do universo da música, o autor passa em revista as relações sociais e humanas do  mundo.

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Uma pessoa com roupa branca e boné está sentada em uma cadeira sob iluminação fraca. Uma grande projeção do rosto de uma noiva com um véu aparece em um fundo de portas com painéis. No primeiro plano, duas grandes formas de rodas são parcialmente visíveis. Foto: Guto Muniz

A Casa de Bernarda Alba

A Casa de Bernarda Alba do Grupo Oficcina Multimédia foi pensada como uma casa móvel, onde se enfumaçam os contornos entre o sonho e a realidade. A história se passa no interior da Espanha em meados do século passado. Tudo tem início quando a viúva Bernarda Alba decreta um luto de 8 anos para a família, encarcerando suas 5 filhas jovens dentro de casa. Neste ambiente sufocante, portas e janelas se abrem para o nada e os personagens circulam nervosos, ruminando seu próprio sofrimento enquanto tecem a cada passo a trama trágica de uma família onde ninguém vai ser poupado.

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Dois atores no palco, um com um livro aberto na cabeça, ambos vestidos com trajes medievais. A cena é tem uma iluminação suave, criando uma atmosfera dramática. Um ator parece contemplativo enquanto o outro se inclina para frente com uma expressão intensa. Foto: Guto Muniz

Partido

O Visconde Medardo de Terralba volta da guerra partido ao meio. Apenas a metade má de Medardo retorna à Terralba, para espanto dos familiares, serviçais e conterrâneos, que o esperavam com ansiedade. Alguém observa tudo com os olhos cheios de espanto e curiosidade: é o Menino, sobrinho de Medardo, narrador do romance “O Visconde Partido ao Meio”, publicado por Ítalo Calvino, em 1951.

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Uma imagem em preto e branco de um homem de terno e gravata em pé ao lado de uma mulher em um vestido e um véu cobrindo seu resto. Eles estão colocados contra um fundo escuro, ambos aparecendo em um foco suave. Foto: Guto Muniz

O Beijo no Asfalto

Um desconhecido é morto ao ser atropelado por um ônibus e, agonizante, pede a um bancário que lhe dê um beijo na boca. O gesto é transformado em escândalo pela imprensa sensacionalista e o bancário sofre com o preconceito popular e também passa a ser investigado pela polícia, que começa a supor que o acidente tenha sido um assassinato.

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Romeu e Julieta

Ao atualizar o sentido da maior história de amor da humanidade, Gabriel Villela e o Galpão transpõem a tragédia de dois jovens apaixonados para o contexto da cultura popular brasileira, evocada por elementos presentes no cenário, nos adereços, na música e na figura do narrador, que rege toda a peça com uma linguagem inspirada em Guimarães Rosa e no sertão mineiro.

Considerado um marco na trajetória do Grupo Galpão e um dos espetáculos mais significativos do teatro brasileiro na década de 1990, Romeu e Julieta somou 303 apresentações, em 13 anos de existência

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Mulheres de Hollanda

Inspirado na obra de Chico Buarque, o espetáculo mergulha no universo feminino através de canções, textos e performances que exploram dores, alegrias e complexidades das mulheres.

Uma homenagem à pluralidade e à profundidade emocional feminina, a peça celebra a existência da mulher.

Dividido em dois atos, o espetáculo reúne 69 canções de Chico Buarque, tecendo um mosaico de histórias e personagens inesquecíveis. Uma experiência que une música, poesia e teatro para revelar a força e a delicadeza do feminino.

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Uma foto em preto e branco de duas artistas em um palco ao ar livre. Uma, de cara pintada de branco e grandes sobrancelhas e boca preta, está sentada e agindo levemente surpresa. O outro está de pé, com um grande chapéu e blusa preta, com um livro aberto, parecendo chocada. Uma multidão os observa. Foto: Guto Muniz

Acorda Aderbal

“Acorda Aderbal” foi o primeiro espetáculo criado pelo Armatrux. Os atores encenam em quadros rápidos, várias situações do cotidiano, utilizando-se de três tapadeiras. Um espaço mágico que transporta o público para uma diferente experiência de visualização cênica.

O espetáculo diverte e desperta o público para uma linguagem em que o lúdico e a ilusão se misturam à técnica dos atores.

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