Trilhas da Cena

Dança

Autorretrato

Caio Lírio

Nascido em Salvador/BA, Caio Lírio é fotógrafo e desenvolve desde 2012 trabalhos em diversos segmentos dentro dessa linguagem, principalmente no registro de cena e movimento em espetáculos da capital baiana. Atua fotografando teatro, dança, shows de música, bastidores de obras audiovisual, além de retratos e outros processos imagéticos.

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Autorretrato

Silvia Machado

Silvia Machado
Bailarina, Fotógrafa, mãe, cozinheira e outras coisas mais…
Sou filha de um professor de Educação Física/Fisioterapeuta e de uma Pianista/Desenhista. Minha infância foi entre bolas, chuteiras, redes, bicicletas, pipas, patins, água, lápis de cor, tintas, livros e muita música.

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Foto: Gustavo Túlio

Wellington Junior

eórico do teatro, encenador, professor, crítico e pesquisador. Membro da equipe editorial da Revista Experimenta/o – revista da graduação em Teatro da Unirio. Bacharel em Estética e Teoria do Teatro na Unirio. Mestrando do PGGAC-Unirio. Organizador do livro Memórias da Cena Pernambucana (Vol.1); Idealizador e organizador do Seminário Internacional de Crítica Teatral de Recife (ao lado da Renascer Produções Culturais); Crítico participante da Residência Crítica da MIT-SP ( Mostra Internacional de Teatro de Sao Paulo) em 2020. Crítico colaborador dos sites: TeatroPe, Quarta Parede e Mostra Capiba de Teatro.

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Denilson Tourinho

Denilson Tourinho é artista, mestre e doutorando em Educação pela Universidade Federal de Minas Gerais (FaE/UFMG), graduado em Letras e especialista em africanidades pela UnB. Pelo Festival de Arte Negra (FAN/BH) foi curador da 8ª edição e coordenador de ações formativas da 11ª edição. É idealizador e curador do Prêmio Leda Maria Martins. Foi contemplado com Troféu Mês da Consciência Negra da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de Contagem (MG); 2º Prêmio Educar para a Igualdade Racial do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (SP), com o projeto O Poder da Palavra; Prêmio de Direitos Humanos e Cidadania LGBT do Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual (MG), ao espetáculo Madame Satã. Atua em espetáculos, com circulação nacional e internacional, e em publicidade. Em cena, fotografada por Guto Muniz, estampa a capa do livro O Teatro Negro em Perspectiva: dramaturgia e cena negra no Brasil e em Cuba, do pesquisador Marcos Antônio Alexandre.

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Rita Aquino

Rita Aquino é artista e pesquisadora de dança. Codiretora do Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC Bahia), no qual dedica-se à curadoria e às atividades de formação, mediação e acessibilidade do festival. Professora da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia com atuação na graduação e pós-graduação, atualmente é Coordenadora de Arte e Cultura na Pró-Reitoria de Extensão, Arte e Cultura da universidade.

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Desmundo

O prefixo DES apresenta tanto um significado de negação quanto de reversão. E é por essas duas vias que percorremos para criar nosso DESMUNDO. Nessa caminhada a desCompanhia contou com a colaboração, mais do que especial de um grupo formado por 8 crianças, que chamamos carinhosamente de GEAD – grupo de especialistas para assuntos diversos. Esse grupo nos acompanhou e nos inspirou nessa criação, nos dando pistas do que precisamos negar e do que gostaríamos de reinventar.

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Foto: Carol Pires

Terceiro Corpo

“Terceiro Corpo” é um solo de dança criado pela artista da dança, curadora e gestora cultural Mariana Pimentel em uma parceria criativa com a atriz e iluminadora Karina Figueredo, na qual investigam a relação entre corpo, luz e visualidades como dramaturgia central do espetáculo.

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Corpos Velhos, para que servem?

No espetáculo, cada bailarino traz seus gestos e movimentos enriquecidos por erros que se tornaram parte essencial do conhecimento. A performance oferece um diálogo não verbal e improvisado, carregado de memórias e histórias dos pioneiros da dança cênica, com mais de meio século de trajetórias individuais. Ao elevar esses corpos ao status de protagonistas, o trabalho revela a transversalidade e a urgência das questões relacionadas ao envelhecimento na sociedade. Além disso, celebra a continuidade da prática artística como um ato de resistência política, poética e subversiva, destacando a importância da arte em todas as fases da vida.

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