Trilhas da Cena

Teatro

Luzir é negro

“Luzir é Negro” é um espetáculo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo, dirigido por Rodrigo Dourado e produzido pelo Teatro de Fronteira. A peça investiga o racismo através das memórias de um homem negro, gay, candomblecista e periférico, entrelaçando sua trajetória pessoal, teatral e espiritual com textos teatrais e debates sobre questões raciais contemporâneas. A dramaturgia transita entre passado e presente, público e privado, ficção e realidade, explorando a encruzilhada entre luz e escuridão.

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A cidade dos rios invisíveis

Espetáculo itinerante criado pelo Coletivo Estopô Balaio que conduz o público em jornada teatral pela Linha 12-Safira da CPTM, de São Paulo. O percurso inicia na Estação do Brás e segue até o Jardim Romano, na zona leste, onde intervenções artísticas — dança, rap, performances e instalações multimídia — se entrelaçam com as memórias dos moradores sobre a enchente de 2009. Terceira parte da “Trilogia das Águas”, o trabalho resgata histórias de migrantes nordestinos e pratica o “contrateatro”, uma abordagem anticolonial que transforma o deslocamento físico em construção de memória coletiva.

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12 pessoas com raiva

12 Pessoas com Raiva simula um júri que é convocado a se apresentar online, por contra da pandemia do COVID-19, e deve chegar a um veredito unânime sobre um assassinato envolvendo pai e filho. Tal situação poderia ser resolvida rapidamente, não fosse a presença de uma mulher que, não estando totalmente convencida sobre a culpa do garoto, vota por inocente. A partir daí, acompanhamos de perto conflitos e arquétipos típicos da atual sociedade brasileira.

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ROHAN BARUCK | Foto: Stephany Lopez

Rohan Baruck

Produtor de Teatro, atualmente colabora com as companhias de teatro Contra Bando de Teatro (Complexo do Alemão -RJ), Cia Cerne (São João de Meriti-RJ) e é cofundador do Grupo Raiz (São João de Meriti – Rio de Janeiro – Rio Grande do Sul). Foi responsável pela direção do espetáculos “Querido, Eu”, “Na Moral”, “Bolor”, “No seu andar”, “Maldita” e “João Caetano ou Morte – Um ensaio com Luiz Gama”.

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Ocupação Noite das Estrelas

A Noite das Estrelas é uma ocupação artística que celebra a memória LGBTQIAPN+ nas favelas da Maré, Rio de Janeiro. Nascida de shows que Ney e Menga organizaram nos anos 1980, a ocupação contemporânea, dirigida pela Entidade Maré, estreiou em 2023 como espetáculo multifacetado: apresentação, filme, fotografia e experiência imersiva. Protagonizada por artistas negros da Maré, reafirma histórias de resistência e celebração da comunidade.

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Foto: Luana Navarro

Elenize Dezgeniski

Elenize Dezgeniski é fotógrafa de cena, multiartista e psicanalista. Desenvolve trabalhos em fotografia, vídeo, instalações, práticas curatoriais e publicações. É colaboradora em processos criativos de teatro e dança desde 1998. Atualmente, investiga as relações entre imagem, palavra, memória e narrativa, articulando artes visuais e psicanálise.

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Ana e Tadeu

Ana e Tadeu tinham 15 anos de casamento, mais um filho, o menino Jorge. A violência urbana desencadeou uma sucessão de acontecimentos que mudaram irreversivelmente a vida e a subjetividade dessas personagens. Com o casamento arruinado, Tadeu volta para pegar suas coisas e levar sua mudança. Contudo, encontra a casa cercada por um tiroteio. Confinados, Ana e Tadeu aparam as últimas arestas de uma relação cercada por afeto, dor e pela própria violência que os atravessa e os limita.

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Apocalipse 1,11

Apocalipse 1,11 é um espetáculo do Teatro da Vertigem criado em 1998, inspirado no texto bíblico de São João. Ambientado em presídio, explora tensões do fim do milênio, questionando a natureza do Mal e refletindo sobre violência e exclusão social. A obra mergulha na dialética entre esperança e temor, convidando o público a confrontar “apocalipses” individuais e coletivos em tempos de crise e transição.

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Autorretrato

Renato Mangolin

Fotógrafo de cena.

Nasci na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, em 1978.
Sou biólogo por formação, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Permaneci muito tempo realizando pesquisa, tanto no Parque Estadual da Ilha Grande (graduação), como no Parque Nacional Restinga de Jurubatiba (mestrado). Foi nesse período que tive os primeiros contatos com a fotografia, através das aulas do Antônio Carlos de Freitas, um professor da disciplina de Biofísica e exímio na arte de fotografar.

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