Trilhas da Cena

Ensino

Núcleo FAC

O Núcleo de Estudos Fotografia, Artes de Cena e Cultura tem com o objetivo principal de fomentar a discussão sobre o pensamento e o fazer fotográfico e teatral a partir de cursos online ao vivo, ministrados por importantes profissionais de ambas as áreas.

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Foto: Rafael Freire

Rejane Faria

Rejane Faria é uma artista multitalentos de BH que divide seu ofício entre ser atriz, diretora, professora, dubladora e apresentadora.

Na juventude já mostrava sua inclinação artística cantando numa banda de garagem (formada por amigos do bairro Lagoinha) que se apresentava em barzinhos à noite e participava de festivais de música no interior de Minas.

Mais tarde, já casada e mãe de dois filhos, viu- se encantada pelo grupo de teatro dos Correios, empresa onde trabalhou na área cultural e descobriu que ser atriz era seu verdadeiro destino.

Mesmo tendo começado sua carreira cênica na idade adulta, nunca se deixou desanimar e buscou oportunidades para atuar e integrar-se no meio artístico.

Procurando sempre a aprendizagem e o aperfeiçoamento, Rejane estudou Artes Cênicas no Uni-BH e depois formou-se em Teatro pela Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG.

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ZAP 18

A ZAP 18 existe desde 2002 no bairro Serrano em Belo Horizonte, na divisa das Regionais Pampulha e Noroeste. Hoje somos reconhecidos como Ponto de Cultura, e essa é a melhor definição para o conjunto de atividades que realizamos em três frentes, que dialogam:

– Somos um espaço cultural aberto para coletivos, grupos, artistas e toda a comunidade, recebendo e oferecendo espetáculos, ensaios, oficinas, mostras, festivais e encontros de reflexão sobre arte, teatro e cultura.

– Somos um espaço de formação livre em artes, que desenvolve há quase 20 anos o Projeto Zap teatro escola & afins, voltado para a vivência pedagógica nas artes da cena, teatro e dança, com foco no trabalho com mulheres maduras, juventudes, artistas/estudantes da área negres

– Somos um coletivo teatral que produz espetáculos e solos a partir das pesquisas: teatro e realidade, teatro épico, teatro documentário e autobiografia em cena. Destacamos as montagens reconhecidas e premiadas: a Menina e o vento, Esta noite Mãe Coragem, 1961-2009, O gol não valeu!, O ano em que virei adulto, Memórias Póstumas de um neguinho e Homem Vazio na Selva da Cidade, entre outras.

Além disso, publicamos, desde 2007, a Revista Cadernos da Zap, sobre os nossos processos criativos em diálogo com a produção acadêmica.

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Retrato de Yara. Foto: Fábio Audi

Yara de Novaes

Sou atriz, fundamentalmente atriz. Daí vem minha a imaginação para dirigir um espetáculo, montar uma aula, pensar um projeto.

Escolhi ser atriz desde que, aos 14 anos, levada por minha irmã, Denise, assisti a um espetáculo no auditório da Universidade Católica de Minas gerais, em que uma atriz (que infelizmente não sei quem é) num foco amarelado, feito por um refletor ordinário, conseguia, sozinha, criar matéria, energia, espaço e tempo.

Em 1982, entrei como bolsista na oficina de teatro de Pedro Paulo Cava e nunca mais deixei de trabalhar com aquilo que me salvou, libertou, soltou, melhorou.

Fundei e participei de três companhias de teatro: Grupo Teatral Encena e Odeon Companhia Teatral, em Belo Horizonte; e Grupo 3 de Teatro, em São Paulo. Nelas pude me experimentar em diversos papéis, nelas me formei como diretora e tive grandes parceiros e parceiras. Também fora delas tudo isso aconteceu.

Também sou professora de teatro, desde 1992. Trabalhei na PUC Minas, UNI-BH, UFPE e FAAP-SP.

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Foto: Daniel Barboza

Miwa Yanagizawa

Nascida na zona sul da capital paulista, mora na cidade do Rio de Janeiro desde 1985. Artista amarela, de ancestralidade japonesa, é atriz, diretora e professora de teatro. Graduada em Artes Cênicas pela Faculdade da Casa de Artes de Laranjeiras (RJ). Fundadora do Areas Coletivo (2012), juntamente, com Maria Silvia Siqueira Campos, Liliane Rovaris e Camila Márdila. Integrou a ciateatroautônomo, dirigida por Jefferson Miranda, por 17 anos (1996-2013). Participou, ainda, nos anos 90, da Cia Ensaio Aberto e da Cia Ser Tão Criação Cênica, dirigidas por Luiz Fernando Lobo e Ticiana Studart, respectivamente. Iniciou os estudos em Artes Cênicas na Universidade do Rio de Janeiro (UNIRIO) assim que chegou à cidade, porém, o curso ficou incompleto para se profissionalizar. Estreou nos palcos em 1988 com Cinderela Chinesa, uma peça infantil dirigida por Luiz Duarte, no Teatro Nelson Rodrigues. Na direção, o primeiro espetáculo foi Camarim 571 (2004), uma peça de formatura da Escola de Teatro do Sated que ficava no Retiro dos Artistas. Eram histórias colhidas de artistas-residentes do Retiro e contava com a participação delas/deles. No audiovisual, o primeiro trabalho foi em Filhos do Sol, série produzida pela TV Manchete (1991). Trabalhou como diretora-pedagoga no Grupo Nós do Morro, de 2000 a 2010, e, ainda, participou da formação inicial e da criação de espetáculos do Grupo Código, na cidade de Japeri (RJ), pelo Tempo Livre, projeto em parceria do Nós do Morro com o SESC/RJ. Lecionou na Escola SESC de Arte Dramática (ESAD/RJ) e no Núcleo de Formação em Expressões Artísticas, do SESC Niterói (2021/22). Desde 2013, ministra cursos e oficinas a partir de uma pesquisa sobre a escuta para atrizes e atores desenvolvida pelo Areas Coletivo. Premiada em diversas categorias, criou parcerias artísticas fecundas como diretora e atriz. Atua em novelas, séries e filmes.

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ROHAN BARUCK | Foto: Stephany Lopez

Rohan Baruck

Produtor de Teatro, atualmente colabora com as companhias de teatro Contra Bando de Teatro (Complexo do Alemão -RJ), Cia Cerne (São João de Meriti-RJ) e é cofundador do Grupo Raiz (São João de Meriti – Rio de Janeiro – Rio Grande do Sul). Foi responsável pela direção do espetáculos “Querido, Eu”, “Na Moral”, “Bolor”, “No seu andar”, “Maldita” e “João Caetano ou Morte – Um ensaio com Luiz Gama”.

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Foto: P. Silva

Arnaldo Alvarenga

Bailarino, coreógrafo, pesquisador e professor de dança.
Nasci em Curvelo (MG), em seis de março de 1958, mas sou belorizontino de coração, para onde minha família se mudou, em finais de 1963, após a viuvez de minha mãe; sou o nono filho de uma família de 5 homens e 5 mulheres. Sempre morei na região central de BH, na Av. Alvares Cabral, ao lado da Escola de Direito da UFMG. Hoje resido no quarteirão do Edifício Maletta, na Av. Augusto de Lima. Desde criança fui um apaixonado por História, as artes em geral, mas principalmente a música. Do meu pai, José Maria de Alvarenga, herdei o gosto pela Dança, da minha mãe a força e a determinação na concretização dos meus sonhos.

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Foto: Rosa Dornas

Silma Dornas

Performer, cantora, figurinista.
Silma Dornas, 60, iniciou sua carreira musical em 1983 na Banda de rock Sexo Explícito como Backing Vocal. Convidada por Marcelo Dolabela, em 1985 passa a integrar a banda Divergência Socialista como vocalista.
Paralelamente desenvolve trabalhos na área de moda e figurino SilmanoBrasil, Cena Vestida – projeto que une moda e fotografia de cena juntamente com o fotógrafo Guto Muniz e Designer Louis Mooren), figurino para artes cênicas, aderecista, estilista e modelista.

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Autorretrato

Silvia Machado

Silvia Machado
Bailarina, Fotógrafa, mãe, cozinheira e outras coisas mais…
Sou filha de um professor de Educação Física/Fisioterapeuta e de uma Pianista/Desenhista. Minha infância foi entre bolas, chuteiras, redes, bicicletas, pipas, patins, água, lápis de cor, tintas, livros e muita música.

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