Natasha Corbelino
Atriz, performer, autora, diretora, produtora, pesquisadora, curadora. Mestre em Artes da Cena/UFRJ com pesquisa performativa com a Constituição Brasileira.
Atriz, performer, autora, diretora, produtora, pesquisadora, curadora. Mestre em Artes da Cena/UFRJ com pesquisa performativa com a Constituição Brasileira.
Elenize Dezgeniski é fotógrafa de cena, multiartista e psicanalista. Desenvolve trabalhos em fotografia, vídeo, instalações, práticas curatoriais e publicações. É colaboradora em processos criativos de teatro e dança desde 1998. Atualmente, investiga as relações entre imagem, palavra, memória e narrativa, articulando artes visuais e psicanálise.
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Dembwa é uma travessia dançada por Marcos Ferreira e Ruan Wills que entrelaça corpo e memória para reativar saberes ancestrais. A obra entende a ginga como tecnologia: um gesto que desvia, cria e resiste. Entre o samba de caboclo e o funk, o espetáculo revisita raízes que pulsam em memória. Dembwa convida o público a reconhecer, na dança, a continuidade de uma herança viva que se projeta no presente como futuro.
Fotógrafo de cena.
Nasci na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, em 1978.
Sou biólogo por formação, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Permaneci muito tempo realizando pesquisa, tanto no Parque Estadual da Ilha Grande (graduação), como no Parque Nacional Restinga de Jurubatiba (mestrado). Foi nesse período que tive os primeiros contatos com a fotografia, através das aulas do Antônio Carlos de Freitas, um professor da disciplina de Biofísica e exímio na arte de fotografar.
Atriz, diretora, performer e idealizadora do Encontro Latinoamericano de Teatro (ELA). Dirige, investiga e atua em obras auto-ficcionais.
Dirigiu o curta “ANA” ganhador do prêmio de melhor atriz e curta-metragem autoficcional em “Cannes World Film Festival 2022”.
Mestranda em Artes pela UEMG, Pós-Graduada em “Teatro de los Sentidos” 2021 / Universidad de Girona / Espanha e Pós- Graduada em Performance e Arte pela Faculdade Angel Vianna – 2013 – Rio de Janeiro.
Graduada em Comunicação Social pela PUC MG – 1998 e Professora de Língua Espanhola – Colégio Rudolf Steiner MG – Waldorf.
Fundadora do Grupo Dos Dois, da Soller Centro de Artes e Coordenadora Internacional do Corredor Latinoamericano de Teatro.
É curadora internacional do Festival “Tiradentes em Cena” e produtora internacional do FIT BH / 2022.
Nas artes cênicas, Carolina Correa foi indicada ao prêmio de melhor atriz / Prêmio Sinparc 2011. Participou do Laboratório de Ator e do Grupo Tá na Rua, de Amir Haddad, no Rio de Janeiro em 2006 e se juntou ao “Núcleo de Treinamento do Ator”, sob a direção de Pedro Paulo Cava, em Belo Horizonte. E foi sob a direção de Cava que realizou algumas de suas obras como “As Rosas do Rosa” de 2005 e “Mulheres de Hollanda”, de 2007 a 2009.
Atua desde abril de 2013 nos solos autoficcionais “Carolina, Lorca”, TROMBO, ROMA e 999 apresentados em diversos festivais no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Cuba e Espanha. Participa também de documentários, curtas-metragens e campanhas publicitárias.
Bailarino, coreógrafo, pesquisador e professor de dança.
Nasci em Curvelo (MG), em seis de março de 1958, mas sou belorizontino de coração, para onde minha família se mudou, em finais de 1963, após a viuvez de minha mãe; sou o nono filho de uma família de 5 homens e 5 mulheres. Sempre morei na região central de BH, na Av. Alvares Cabral, ao lado da Escola de Direito da UFMG. Hoje resido no quarteirão do Edifício Maletta, na Av. Augusto de Lima. Desde criança fui um apaixonado por História, as artes em geral, mas principalmente a música. Do meu pai, José Maria de Alvarenga, herdei o gosto pela Dança, da minha mãe a força e a determinação na concretização dos meus sonhos.
Fotógrafo de cena/palco, still e de eventos e manifestações culturais, em especial nas áreas do teatro, dança, cinema, música e cultura popular.
Jornalista graduada pela PUC Minas (1989), especializada em Gestão Cultural pela Universidade Internacional da Catalunha (2018), Produção e Crítica Cultural pela PUC Minas (2015) e Jornalismo Cultural pela Universidade Estácio de Sá (2002).
Performer, cantora, figurinista.
Silma Dornas, 60, iniciou sua carreira musical em 1983 na Banda de rock Sexo Explícito como Backing Vocal. Convidada por Marcelo Dolabela, em 1985 passa a integrar a banda Divergência Socialista como vocalista.
Paralelamente desenvolve trabalhos na área de moda e figurino SilmanoBrasil, Cena Vestida – projeto que une moda e fotografia de cena juntamente com o fotógrafo Guto Muniz e Designer Louis Mooren), figurino para artes cênicas, aderecista, estilista e modelista.
Zé Motta é formado em Licenciatura em Música pela UniRio, no Rio de Janeiro. Como artista atua nas áreas de Teatro, Dança e Música.